Bem-vindo à nossa seção dedicada à Saúde Bucal, um espaço essencial para informações abrangentes sobre cuidados e manutenção da saúde dos seus dentes e gengivas. Aqui, você encontrará uma vasta coleção de artigos, guias e dicas para ajudar a promover e manter uma excelente saúde bucal, prevenir doenças e adotar hábitos que favorecem um sorriso saudável.

Importância da Saúde Bucal

Nesta seção, discutimos a importância da saúde bucal para o bem-estar geral. Descubra como a saúde dos dentes e gengivas influencia a sua qualidade de vida e saúde geral. Entenda a relação entre a saúde bucal e condições como doenças cardíacas, diabetes e problemas digestivos, além de aprender sobre os benefícios de manter uma boa higiene bucal.

Cuidados diários com a Saúde Bucal Explore as melhores práticas para manter uma boa saúde bucal com cuidados diários:

  • Higiene oral adequada: aprenda a técnica correta de escovação, o uso eficaz do fio dental e a importância do enxaguante bucal. nossos artigos fornecem orientações detalhadas sobre como esses hábitos podem prevenir cáries, gengivite e outras condições.
  • Alimentação e saúde bucal: descubra como a dieta afeta a saúde dos dentes e gengivas. conheça alimentos que ajudam a fortalecer o esmalte dental e aqueles que devem ser evitados para prevenir problemas bucais.
  • Consultas regulares ao dentista: entenda a importância das consultas regulares ao dentista para a detecção precoce de problemas e a realização de limpezas profissionais. Saiba o que esperar durante uma consulta e como ela contribui para a manutenção da saúde bucal.

Prevenção de doenças bucais

Nesta seção, focamos na prevenção de doenças bucais comuns, como:

  • Cáries dentárias: descubra o que causa cáries, como identificá-las precocemente e estratégias para evitá-las.
  • Gengivite e periodontite: entenda os sinais e sintomas dessas condições gengivais e como preveni-las através de cuidados adequados e tratamento imediato.
  • Halitose: aprenda sobre as causas do mau hálito e dicas para combatê-lo eficazmente.

Avanços tecnológicos na Saúde Bucal

Acompanhe os mais recentes avanços tecnológicos que estão revolucionando a saúde bucal. Desde novas técnicas de diagnóstico até inovações em tratamentos e produtos de higiene oral, mantenha-se atualizado sobre como a tecnologia está melhorando a forma como cuidamos dos nossos dentes e gengivas.

Educação e recursos adicionais

Explore nossos recursos educativos adicionais, como vídeos, infográficos e podcasts, para complementar seu conhecimento sobre saúde bucal. Oferecemos materiais educativos para diferentes faixas etárias e necessidades específicas, garantindo que todos possam acessar informações valiosas sobre como manter um sorriso saudável.

Perguntas frequentes sobre Saúde Bucal

Resolvemos as perguntas mais comuns sobre cuidados com os dentes e gengivas, abordando preocupações como escovação correta, uso do fio dental e tratamentos dentários. Nossos artigos oferecem respostas claras e baseadas em evidências para ajudar você a resolver suas dúvidas.

Por que acompanhar nosso blog de Saúde Bucal? Nosso blog sobre saúde bucal é uma fonte confiável para obter informações detalhadas e atualizadas sobre cuidados dentários. Com uma equipe de especialistas dedicados, garantimos que cada artigo seja fundamentado em pesquisas recentes e práticas clínicas recomendadas.

Se você deseja aprimorar seus conhecimentos sobre cuidados dentários, buscar soluções para problemas bucais ou simplesmente manter um sorriso saudável, este é o lugar certo para encontrar informações úteis e práticas.

O post de hoje trata a fundo sobre Clareamento Dental, uma área importante na odontologia atual. A razão pode ser explicada exemplificando uma atitude de todos nós: existe uma ação que é praticamente automática para todas as pessoas: olhar no espelho e, imediatamente, checar os dentes. Será que há restos alimentares ou estão manchados? Fazemos isso de maneira espontânea, pois sabemos que o nosso sorriso é visualizado assim que somos vistos. Dessa forma, para muitas pessoas, fazer um clareamento dental pode significar um ou mais dos benefícios abaixo:

  • melhora da autoestima;

  • melhora no relacionamento interpessoal;

  • mais chances conseguir boas colocações no mercado de trabalho;

  • maior facilidade na higienização bucal e avaliação profilática pelo dentista.

Viu como o procedimento vai muito além da estética? E se o seu sorriso é o seu melhor cartão de visitas, nada melhor do que cuidar muito bem dele. E o clareamento odontológico é totalmente capaz de fazer esse cuidado por você. Continue lendo e veja um guia completo sobre o clareamento dental, com informações detalhadas sobre o assunto. Acompanhe!

Neste guia do clareamento dental, você lerá:

1. O que é clareamento dental?

2. O que causa o escurecimento dos dentes?

3. Para quem o clareamento dental é indicado?

4. Para quem o clareamento odontológico é contraindicado?

5. Como funciona o clareamento dental?

6. Quais são os tipos de clareamento dental?

7. Como saber qual tipo de clareamento é ideal para você?

8. Como é feito o clareamento dental?

9. Quanto tempo dura o tratamento para clarear os dentes?

10. O clareamento odontológico deixa os dentes sensíveis?

11. Quais são os cuidados para os dentes não mancharem novamente?

12. Que outros cuidados são necessários para conservar o resultado final do clareamento dental?

13. Quanto tempo dura o resultado do clareamento dental?

 

1. O que é clareamento dental?

Clareamento dental é uma técnica da odontologia que visa realizar uma limpeza profunda no esmalte (camada externa e protetora dos dentes) dental removendo pigmentos escuros que ficam impregnados com o passar dos anos.

Para resolver ou melhorar o problema dos dentes escurecidos o cirurgião-dentista faz uso de um gel clareador com propriedade de penetrar nos poros dos dentes combatendo esses pigmentos que ficam retidos ou impregnados.

A idade mínima para fazer o tratamento é entre os 16 e 17 anos, quando a raiz dos dentes está totalmente formada.

 

2. O que causa o escurecimento dos dentes?

Os pigmentos escuros se depositam gradualmente na estrutura interna dos dentes. Além disso, outros fatores também podem deixar os dentes escurecidos. São eles:

    • tratamento de canal;
    • antibiótico tetraciclina;
    • fluorose (excesso de flúor);
    • alteração estrutural nos dentes;
    • restaurações com amálgama (aquelas prateadas e em desuso);
    • consumo excessivo de alimentos ácidos que desgastam o esmalte dental.
  •  

Cabe ressaltar que algumas pessoas possuem os dentes naturalmente mais amarelados.

Por que pigmentos grudam nos dentes?

O sorriso é nosso cartão de visitas e por isso, aquele espaço entre os dentes, conhecido na comunidade odontológica como diastema, pode prejudicar bastante a estética facial do paciente. Isso porque, em alguns casos, o espaço entre os dentes é grande e quando isso acontece, a harmonia do sorriso é afetada negativamente.

A boa notícia é que o problema tem solução e ela é mais simples do que muitas pessoas imaginam. O tratamento depende da origem do diastema e as indicações de tratamento são diferentes e ainda variam de acordo com a idade do paciente. Um procedimento que seria ideal para uma criança e jovem, nem sempre é a mais indicada para uma pessoa adulta.

Quer saber mais sobre o diastema, suas causas e tratamentos? Então continue a leitura deste post que daremos mais detalhes. Mas primeiro, vamos entender do que exatamente se trata o diastema

O que é um diastema?

O diastema é um espaço extra entre os dentes, que pode ocorrer entre dois ou mais dentes. Essa característica é mais comum nos dentes superiores, mas ocorre também na arcada dentária inferior. Mas o diastema incomoda mais aos pacientes quando está mais visível no sorriso, ou seja, nos dentes superiores.

Essa característica é bastante comum em crianças após perderem a dentição de leite. No entanto, nesses casos, aquele espaço extra desaparece quando os dentes permanentes nascem.

Na maioria dos casos, o diastema não é um problema grave, pois não afeta a saúde bucal do paciente, mas sua autoestima fica abalada. Isso porque algumas pessoas se sentem envergonhadas de ter os dentes separados e por isso, se sentem inseguras com seu próprio sorriso.

Já em outros casos, a correção é necessária para corrigir a funcionalidade dos dentes ou a má oclusão.

Mas nem todos enxergam o diastema como um problema e até gostam dessa característica. Famosos como a cantora francesa Vanessa Paradis, a cantora Madonna e a modelo Lara Stone tem os dentes separados como sua marca registrada, um charme que rendeu a todas um título de mulheres com uma beleza exótica.

No entanto, quem tem dentes separados, mas ao contrário das celebridades citadas não enxerga essa característica como um charme, pode recorrer a uma das diversas opções de tratamento — falaremos mais a respeito nos próximos tópicos. Primeiro, vamos entender as causas do diastema.

O que causa o diastema?

As causas do diastema podem variar bastante. Por isso, as formas de tratamento também são diferentes, dependendo do caso.

Queda ou falta dos dentes

Em crianças, quando os dentes de leite caem, o problema aparece, mas logo é corrigido naturalmente com o nascimento dos dentes permanentes. Outra causa bastante comum do diastema é a falta de dentes na arcada dentária. Com a falta de um dente, sobra espaço na boca, deixando o sorriso com o aspecto estético prejudicado.

Anormalidade do freio labial

O freio labial superior é uma dobra da membrana mucosa, geralmente de forma triangular, que vai do lábio superior à mucosa alveolar. Ele fica localizado na linha mediana, entre os incisivos centrais. Esse detalhe é visto quando levantamos o lábio superior.

O freio labial causa diastema quando ele é muito alongado e chega aos dentes superiores centrais. Nesses casos, ele impede que os dentes nasçam mais próximos, causando aquele espaço extra e muitas vezes, incômodo.

Diferença entre tamanhos dos dentes

Outra causa bastante comum desse problema é a diferença no tamanho dos dentes e da da mandíbula. Nesses casos, a abertura pode ficar para o resto da vida, a menos que  paciente faça um tratamento corretivo.

Além do espaço extra prejudicar a estética do sorriso, dentes em tamanhos diferentes também interferem nesse quesito, pois muitas vezes, esse defeito é bastante perceptível.

Respiração bucal

Esse problema é mais comum em crianças e adolescentes. Nesses casos, o paciente sofre com dificuldade para respirar por causa de obstrução nasal e como respira pela boca, há uma redução na pressão dos lábios sobre os dentes, o que contribui com a abertura dos diastemas.

Sucção de dedos e uso de chupetas e mamadeiras

O hábito de chupar os dedos, principalmente o polegar é outra causa comum do diastema. Como esse é um costume comum em crianças, o diastema causado por esse hábito é mais comum nos pequenos.

O uso de chupetas e mamadeiras também contribui para o problema, pois isso também exerce pressão sobre os dentes, alterando sua posição na arcada dentária.

Deglutição atípica

A forma que engolimos os alimentos também interfere na posição dos dentes e, consequentemente, na estética do sorriso. Isso significa que aalimentação tem tudo a ver com nossa saúde bucal, nesse caso, a forma de engolir a comida, especificamente.

Então, quando a deglutição, ou seja, a forma de engolir os alimentos não é feita de forma correta, os espaços entre os dentes podem aparecer.

Agenesia dentária

O nome é complicado, mas a explicação é simples: agenesia dentária é caracterizada pela falta de um ou mais dentes na boca. Mas nesse caso, há um espaço na arcada dentária para que aquele dente nasça, mas ele não desponta, o que dá origem a um espaço extra na boca do paciente.

Esse problema ocorre por fatores genéticos, alterações hereditárias e mudanças no desenvolvimento do indivíduo.

Dentes Inclusos

Nesses casos, os dentes ficam presos dentro do osso por algum motivo e ficam impedidos de apontar.

Dentes pequenos ou conóides

Esses dentes são aqueles que são pequenos e têm um formato de cone, quando comparados aos dentes normais. Essa característica é de origem genética e mais comum em mulheres do que em homens.

O problema, geralmente, não causa prejuízos à saúde bucal do paciente, mas para a obtenção de um sorriso esteticamente bonito, a adversidade deve ser corrigida.

Interposição lingual durante a fala

Nesses casos, quando o paciente conversa, sua língua se projeta sobre os dentes empurrando-os para frente. Esse problema pode ser causado por falta de espaço suficiente na cavidade oral ou alterações no posicionamento e na força da língua.

Doença nas gengivas

Quando a doença nas gengivas — periodontite — está em um estágio muito avançado, ela pode gerar a abertura de espaço entre os dentes. Isso porque ela ataca os ligamentos periodontais, que são responsáveis por sustentar os dentes na boca. Quando isso acontece, o suporte do dente no osso é destruído ou reduzido, fato que causa amolecimento nos dentes e aparecimento dos diastemas.

Discrepância ósseo dentária

Nesse caso, o diastema é originado devido a uma desproporção do tamanho dos dentes em relação a base óssea responsável por sua sustentação. Esse problema vem aumentando ao longo dos anos e ocorre devido às mudanças em nossa alimentação.

Hoje em dia, a alimentação é baseada em comidas pastosas ou muito moles, como salsichas e hamburgueres, por exemplo, que são bastante consumidos por crianças. Esse tipo de alimento gera uma mastigação deficiente, o que interfere no desenvolvimento dos maxilares, que ficam pequenos e estreitos.

Sendo assim, há uma discrepância de tamanho entre os dentes e as bases ósseas onde eles estão fixados.

Quais são as diferentes opções de tratamento para diastema?

Para que o problema seja tratado de forma eficaz, é preciso um diagnóstico aprofundado, que identifique os fatores que levaram ao aparecimento do diastema. Isso porque o risco de o espaço voltar é muito grande e, quando isso acontece, o paciente perde o tempo e o dinheiro que foram investidos no tratamento.

A seguir, vamos citar as formas de tratamento mais comuns em cada caso de dentes separados. Confira!

Frenectomia

Esse é o nome que se dá ao procedimento realizado para a remover ou diminuir o freio labial. Durante a cirurgia, o dentista reposiciona esse ligamento e aumenta sua flexibilidade, pois nesse caso, só é possível corrigir o diastema quando o excesso de freio labial é removido, pois caso contrário, não há como fechar o espaço entre os dentes.

Em crianças, o espaço tende a se fechar sozinho depois de algum tempo após a cirurgia. Mas adolescentes e adultos precisam recorrer ao aparelho ortodôntico para fechar o espaço extra.

Restauração com resina ou porcelana

Esse tratamento é indicado para quando o espaço entre os dentes não é muito grande, caso contrário, os resultados não serão satisfatórios. Em ambos os casos, o procedimento é bem rápido, mas a resina composta é a campeã no quesito agilidade, pois é possível fazer o tratamento em um único dia.

Já com a porcelana, são necessárias pelo menos duas sessões com o dentista para que o tratamento seja concluído com sucesso. Para fechar o diastema, o dentista aumenta a largura dos dentes, reduzindo o espaço entre eles.

A grande vantagem da restauração de porcelana é que o material não sofre alteração de cor com o passar do tempo, o que não acontece com a resina composta.

Laminados de porcelana

As lentes de contato dental e as facetas de porcelana também são boas opções para quem deseja corrigir o espaço extra entre os dentes. Os laminados são confeccionados em porcelana e aderidos na superfície dentária e, uma vez no local, não há como diferenciá-los de um dente natural.

Para fechar os espaços, os laminados são confeccionados em tamanho maior do que os dentes que receberão as próteses. Nesses casos, somente o dentista pode indicar qual dos dois procedimentos é o mais indicado para seu caso.

Botox

Em alguns casos, o tratamento do diastema é feito com o uso do Botox — toxina botulínica. Nesses quadros, o paciente sofre com hipertrofia muscular relacionada ao diastema. Isso geralmente ocorre em uma hiper função do músculo masseter, que induz o paciente a pressionar os dentes inferiores nos dentes superiores com uma força excessiva, o que gera a abertura do diastema.

O Botox atua reduzindo essa força do músculo masseter, o que ocasiona uma diminuição na pressão dos dentes. Dessa forma, o espaço entre os dentes é reduzido e em alguns casos, até mesmo se fecha.

A vantagem do Botox é que ele é um tratamento rápido e não invasivo, mas a substância precisa ser reaplicada a cada 4 ou 6 meses, pois os resultados não são definitivos.

Tratamento para respiração bucal

Quando a origem do diastema está relacionada a problemas respiratórios, o tratamento deve ser feito em conjunto com o Otorrinolaringologista, Fonoaudiólogo e Ortodontista. Nesses casos, o médico vai tratar a possível obstrução nasal, o Fonoaudiólogo fará um trabalho de treinamento da respiração e o dentista vai fazer o tratamento para fechar o espaço, com o aparelho ortodôntico.

Tratamento psicológico

Quando a criança tem o hábito de chupar o dedo é preciso um trabalho complexo para tirar esse costume dela, pois muitas vezes, esse problema está ligado a fatores emocionais. Nesse caso, a criança passa por um tratamento psicológico para somente depois, recorrer ao procedimento para fechar o diastema.

Tratamento para deglutição atípica

Nesse caso é feito um tratamento em conjunto com o fonoaudiólogo e o ortodontista. Primeiro, será feito o uso do aparelho dentário para que os dentes e a musculatura sejam reposicionados no lugar correto para somente depois, iniciar o tratamento com o fonoaudiólogo.

O objetivo do profissional é fazer um trabalho minucioso para ensinar ao paciente como deve ser feita a mastigação correta dos alimentos.

Tratamento para interposição da língua

Nesses casos é feito um tratamento em conjunto com o ortodontista e o fonoaudiólogo. O dentista vai realizar o tratamento ortodôntico para corrigir falhas na mordida, caso elas existam e posicionar corretamente os dentes, eliminando os espaços extras no sorriso do paciente.

Já o fonoaudiólogo vai fazer exercícios de fala, para que o paciente consiga posicionar a língua corretamente na hora de conversar com as pessoas. Esse tipo de acompanhamento pode ser feito tanto em crianças e adolescentes quanto em pessoas adultas.

Implantes e pontes fixas

No caso de pacientes adultos, o implante dentário pode ser indicado. Sendo assim, os dentes são extraídos, dando lugar a um implante, que vai cumprir as funções estéticas e funcionais dos dentes naturais que foram removidos.

A ponte fixa também é uma opção para pacientes adultos que desejam fazer tratamento para fechar o diastema. Para realizar o procedimento é feito um desgaste nos dentes para que a ponte fixa seja fixada sobre eles. Quando o tratamento é feito, os dentes naturais perdem sua funcionalidade, servindo apenas de suporte para as próteses.

Caso você sinta medo de dor durante qualquer um dos procedimentos, não há porque se preocupar, pois o profissional faz uso de anestesia dentária. Então, durante a realização do tratamento você não sentirá dores e, mesmo no caso dos implantes, o pós-operatório é bastante tranquilo, desde que o paciente siga as orientações do dentista.

Aparelho ortodôntico

Na maioria dos casos, o aparelho ortodôntico é o tratamento mais indicado para o fechamento de diastemas. Isso porque, em muitos casos, o fechamento do espaçamento entre os dentes prejudica a mastigação. Nesses casos, além de corrigir a posição dos dentes, o aparelho também restabelece suas funções mastigatórias.

O aparelho é mais indicado para crianças e adolescentes, mas pessoas adultas também podem recorrer ao tratamento. Para quem não gosta daquele visual metálico proporcionado pelo aparelho tradicional, há diversas opções disponíveis, tanto fixos quanto removíveis.

No entanto, quem decide se o tratamento será realizado com um aparelho fixo ou removível é o dentista e não o paciente. Entre os modelos fixos, há opções como os aparelhos de porcelana e safira, que são bem discretos, o modelo lingual, que é fixado na parte interna dos dentes e o modelo autoligado, que apesar de ser metálico, é mais discreto do que o modelo convencional e ainda proporciona resultados mais rápidos.

Como muitas vezes, fechar o diastema é um procedimento simples, o paciente ainda pode optar pelo aparelho invisível. Esse modelo trata-se de um conjunto de alinhadores transparentes, que são moldados de acordo com a arcada dentária do paciente. A vantagem desse modelo é que além de ser super discreto, ele é um aparelho removível.

O tempo de tratamento depende do tamanho do espaço entre os dentes, do modelo do aparelho e das condições de movimentação. A cooperação do paciente também é importante, pois ele deve seguir à risca as recomendações do dentista e comparecer no consultório para realizar as devidas manutenções no aparelho.

Mas o tratamento ortodôntico não termina quando o paciente tira o aparelho fixo, pois ele ainda precisa usar uma contenção para que os dentes não voltem à posição anterior ao tratamento.

Quais são as consequências de não tratar o diastema?

As consequências do diastema dependem de alguns fatores como tamanho do espaço entre os dentes, tempo em que o paciente tem o problema ou a causa dessa característica. Como você viu ao longo do texto, nem sempre o diastema é um problema somente estético, pois ele é ocasionado por outras disfunções, que devem ser corrigidas para evitar maiores dores de cabeça.

O diastema pode até mesmo levar o paciente a ter uma gengivite, que se evoluir para periodontite e não for tratada, causa amolecimento dos dentes, levando o paciente a sofrer com a perda dentária. Lembrando que a periodontite é uma doença grave que, se cair na corrente sanguínea, causando sérios problemas de saúde.

Em mulheres grávidas, a presença de periodontite em estado avançado pode levar ao parto prematuro. Isso acontece quando as bactérias presentes na inflamação nas gengivas caem na corrente sanguínea e elevam a concentração de prostaglandina — substância responsável pelas contrações do parto.

Claro que isso não significa que ter o diastema é um risco, pois esses problemas acontecem em casos específicos. Por isso, é sempre bom consultar o dentista para que ele avalie seu caso.

A correção de diastema é definitiva?

Essa é uma dúvida muito comum entre os pacientes, pois eles têm receio de que seus dentes voltem a ficar espaçados depois do tratamento. Quando o fechamento do diastema é feito por meio do uso do aparelho dentário ou com restauração com resina ou porcelana é preciso seguir as recomendações do dentista para que os resultados sejam duradouros.

Caso o profissional indique o uso da contenção, você deve seguir as orientações dele e usar o acessório durante todo o período indicado.

Posso manter o diastema?

Claro! Desde que você se sinta confortável com a aparência de seus dentes e essa característica não afete sua saúde bucal. Veja o exemplo das celebridades citadas no início do artigo, como a modelo Lara Stone, que fez desse “defeito” sua marca pessoal.

No caso dela e de outras pessoas que mantém o diastema, o afastamento dos dentes interfere apenas na estética do sorriso e, quando esse fato não incomoda, não há necessidade de fechar esse espaço.

Mas é preciso conversar com seu dentista a respeito, pois apenas ele pode dizer a você se manter o seu sorriso com o diastema é viável ou não.

Existem formas de evitar o diastema?

Os cuidados para evitar o problema devem começar desde cedo, por isso, é importante levar as crianças ao dentista logo que começam a nascer os primeiros dentinhos. O ideal é fazer a prevenção dos dentes de leite, avaliando periodicamente o crescimento facial da criança para que seja feita uma intervenção ortopédica, caso haja necessidade.

O tratamento ortopédico é feito com associação ou não ao uso do aparelho ortodôntico, isso depende de cada caso. Durante o acompanhamento da criança, o dentista observa também se há presença de dentes supranumérarios — dentes em excesso — ou mal posicionados na arcada e se há alguma anomalia como cistos, que geram mal posicionamento dos dentes e dos tecidos periodontais.

Como você viu, nem sempre o diastema é um problema grave, mas é importante consultar o dentista quando essa característica é identificada. Isso porque, ele vai estudar as causas de os dentes serem separados e propor a melhor solução para o problema.

Mas, caso o diastema seja apenas uma característica estética, que não incomode você e não afete sua autoestima, o tratamento não é obrigatório. Nesse caso, se você gosta e acha que desse detalhe é até um charme, que deixa sua aparência mais atraente, pode deixá-lo sem problema algum. No entanto, o que deve prevalecer é a opinião do profissional a respeito do diastema e não a do paciente.

Agora que você sabe quais são as causas e tratamentos para os dentes separados, está na hora de saber tudo sobre clareamento dental

RT. CRO-GO-EPAO-425 C.D. Luis Francisco Coradazzi CRO-GO-CD-7747

Quem tem a língua presa sabe como é difícil conviver com ela. Além de prejudicar a fala, a prega de tecido fibroso dificulta a mastigação e pode gerar lesões na boca. Porém, temos uma boa notícia: é possível solucionar esse problema por meio de uma cirurgia de freio lingual, também conhecida como frenectomia.

Esse procedimento trata-se da realização de um corte no freio presente na região inferior da língua, a qual apresenta uma deformidade. A incisão pode ser total ou parcial e tem o objetivo de alterar o nível de inserção na estrutura, reduzir o seu tamanho ou dividi-lo.

Quer descobrir mais detalhes sobre essa cirurgia? Continue a leitura e acompanhe o que separamos para você! Vamos lá?

 

O que é o freio lingual?

A membrana situada no ventre da língua — a parte de baixo — é chamada de freio lingual. Dependendo do seu tipo e forma de inserção, é necessário realizar a cirurgia para remover o tecido que provoca a língua presa.

Além disso, um segundo tipo de freio também pode existir na boca: o labial. Localizado na linha mediana, pode ocorrer tanto no lábio superior como inferior e, para solucioná-lo, uma frenectomia labial deve ser realizada.

Como o procedimento é feito?

A cirurgia de frenectomia lingual é muito simples e feita sob anestesia local, o que impede que o paciente sinta dor. Atualmente, ela pode ser realizada por meio de duas técnicas diferentes.

Cirurgia convencional

Nessa técnica, o freio lingual é seccionado com um bisturi e suturado com pontos reabsorvíveis ou convencionais, os quais devem ser removidos entre 7 e 10 dias.

Cirurgia com bisturi elétrico

Neste caso, o instrumento utilizado para cortar o freio lingual é o bisturi elétrico. Com ele, o tempo de cirurgia é reduzido, pois, além de cortar, também promove a coagulação e a cauterização imediata do local seccionado.

Dessa forma, a recuperação do paciente é acelerada, pois também diminui a ocorrência de edema. Por fim, outro ponto positivo da técnica é que não há a necessidade de sutura do local.

Quando esse procedimento é indicado?

A cirurgia de freio lingual deve ser realizada sempre que a condição gerar complicações ao paciente, entre elas:

  • alterações na fala, o que pode resultar em bullying, especialmente durante a infância e a adolescência;
  • dificuldades de mastigação e, no caso dos bebês, da sucção do leite materno;
  • lesões no freio devido o atrito com os dentes, o que pode causar muita dor.

Que cuidados tomar após a cirurgia?

A recuperação da cirurgia de frenectomia é rápida e não exige repouso no pós-operatório. No entanto, como qualquer outro procedimento cirúrgico, é preciso seguir alguns passos para que a cicatrização seja favorecida:

  • faça uma dieta pastosa e evite comer alimentos muito duros nos primeiros dias, comidas quentes também devem ser retiradas do cardápio;
  • cumpra todos os cuidados referentes a higiene oral — escovação, fio dental e enxaguante bucal antisséptico — e, na região da cirurgia, escove com menos pressão;
  • tome a medicação prescrita pelo seu dentista, que inclui anti-inflamatórios e analgésicos, na dosagem e tempo correto.

E aí, entendeu melhor como é uma cirurgia de freio lingual? Viu só como é um procedimento simples e de fácil recuperação? Por isso, não há motivos para ter medo. Agora, que tal procurar uma clínica odontológica para realizar o seu procedimento?

Entre em contato conosco e marque uma avaliação para colocar um fim na sua língua presa!

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Talvez você já saiba usar, mas você conhece os tipos de fio dental? Esse item, aliado a uma boa escova de dente e ao enxaguante bucal ideal, é indispensável para quem quer manter a boca livre do tártaro e do acúmulo de placa bacteriana.

Mesmo com algumas diferenças, todo fio dental é igualmente eficaz. A diferença está no fato de que algumas pessoas têm a gengiva mais sensível e outras têm um espaçamento mínimo entre os dentes, por exemplo, exigindo cuidados específicos para um uso mais confortável.

Quer conhecer as principais variedades? Acompanhe a leitura e veja que tipo de fio dental é o mais indicado para você!

A importância do uso do fio dental

O fio dental ajuda a retirar os restos de alimentos e a placa bacteriana que se alojam entre os dentes, nos espaços que a escova não consegue alcançar. Dessa forma, é possível ter uma higiene mais eficiente, evitando alguns problemas, como o mau hálito, a gengivite e a formação de cáries.

Deve ser usado todos os dias, pelo menos uma vez. Pacientes com aparelho ortodôntico devem utilizar mais vezes ao longo do dia.

Os principais tipos de fio dental

Embora existam vários tipos disponíveis no mercado, os principais são os seguintes:

Monofilamentoso

Como o próprio nome sugere, só tem um filamento, sendo mais fino que a maioria. Tem uma chance mais baixa de se romper ou desfiar, e é indicado para pessoas com pouco espaço entre os dentes.

Multifilamentoso

Contém vários fios de nylon que, por se abrirem, conseguem alcançar uma área maior. No entanto, suas fibras são frágeis, apresentando maior chance de se desfiarem. Pessoas que apresentam espaçamento maior entre os dentes se adaptam melhor a esse tipo.

Super Floss

Vem acompanhado de utensílios que auxiliam a inserção em locais mais difíceis, assim, é bastante apropriado para usuários de aparelhos ortodônticos e pessoas com implantes dentários. Tem três partes: uma mais rígida, uma rede de fibras esponjosas (útil para a limpeza das faces interproximais) e o fio regular (para a limpeza da linha gengival).

Fio com haste

Vem com uma ferramenta de plástico para facilitar seu uso. Uma ponta curva fica presa a um pedaço de fio e em outra ponta existe um palito para retirar grandes pedaços de resto de alimento. Ajuda a alcançar, principalmente, os dentes do fundo.

O modo correto de usar o fio dental

É aconselhável usar o fio pelo menos uma vez ao dia e, de preferência, antes de dormir, pois é quando a menor produção de saliva faz com que as chances do desenvolvimento da cárie sejam maiores.

Corte um pedaço de fio de, aproximadamente, 40 centímetros. Cada extremidade deve ser enrolada entre os dedos indicador e polegar, deixando apenas um pedaço livre. O movimento é em formato de “U”, passando próximo à gengiva e também em todo o espaço entre os dentes.

Usar o fio dental é fundamental para manter a higiene e a saúde bucal. Agora que você já conhece os vários tipos de fio dental disponíveis no mercado fica mais fácil escolher o ideal. Lembre-se de também pedir orientação ao seu dentista, pois ele é o profissional mais indicado para auxiliar nesse sentido.

Manter o sorriso bonito é bom! Assim, que tal saber mais sobre clareamento dental?

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Procurando atender de forma especial o público de mais idade, a odontogeriatria é um ramo dentro da odontologia que cuida de alguns conteúdos direcionados a um perfil mais idoso. Surgiu nos EUA, por volta dos anos 60, foi reconhecida academicamente nos anos 80 e chegou ao Brasil no século XX. Entre os temas dedicados na área estão: perda da tonicidade da língua e diminuição da sensibilidade gustativa.

Toda essa especialidade vai ao encontro da realidade no país. De acordo com o IBGE, a população idosa vem aumentando: de 1950 a 2025 será de até 16 vezes. Assim, nada mais apropriado do que oferecer algo de acordo com as necessidades das pessoas.

Leia o texto para ter mais informações sobre as competências e problemas tratados pela odontogeriatria!

Perda da tonicidade da língua

Assim como os demais músculos do corpo, com o passar dos anos a língua perde a rigidez, o que faz com que suas funcionalidades se deteriorem. Isso quer dizer que as capacidades da pessoa, como a de falar ou de se alimentar, ficam prejudicadas. Um especialista, como o odontogeriatra, é capaz de auxiliar o idoso a ter mais qualidade de vida.

Diminuição da sensibilidade gustativa

Outra mudança que a idade traz é a da capacidade de sentir o sabor dos alimentos. Com o tempo as pupilas gustativas vão diminuindo, fazendo com que a pessoa tenha vontade de usar mais tempero na comida e, muitas vezes, prejudiciais, como o sal e o açúcar. A orientação do profissional pode auxiliar o paciente a lidar melhor e a entender esse aspecto. Em alguns casos ele pode atuar junto com um nutricionista.

Diminuição da produção de saliva

Essa característica colabora para certos problemas, como a halitose. Com isso, o especialista pode agir de maneira preventiva, oferecendo conforto e melhor saúde bucal a seu paciente. Sabe-se que o mau hálito é capaz de atuar negativamente na vida da pessoa, inclusive em sua autoestima.

Perda de dentes

Fatores como a necessidade de usar mais sal e açúcar nos alimentos, além da perda da destreza para auxiliar na higiene bucal, fazem com que a perda dos dentes se acelere. Mas dessa forma, é recomendado um dentista especializado na terceira idade para atuar de maneira a prevenir ou desacelerar esse processo.

É possível, inclusive, que o paciente precise aumentar suas visitas, além de ter um atendimento mais personalizado. As maiores dedicações também valem para os implantes dentários.

Doenças gengivais

Com a idade, ocorre um aumento na incidência de algumas patologias bucais, como doença gengival, o que permite que bactérias se proliferem na boca. Contudo, quando isso acontece é gerada uma facilidade para que elas migrem para a corrente sanguínea e colaborem com a ocorrência de febre reumática, doença que atinge e debilita o músculo cardíaco.

Todo o organismo está ligado aos dentes, por isso é fundamental uma boa saúde bucal. A odontogeriatria é, assim, capaz de fornecer a dedicação que o paciente da terceira idade necessita, atuando nas suas peculiaridades e permite que ele tenha mais qualidade de vida e bem-estar.

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RT. CRO-GO-EPAO-425 C.D. Luis Francisco Coradazzi CRO-GO-CD-7747

A baixa salivação em idosos é uma doença muito comum e costuma afetar mais mulheres do que homens. Esse problema, caracterizado por uma redução acentuada na produção de saliva, acontece devido a uma disfunção das glândulas salivares, as quais podem diminuir ou, até mesmo, interromper a sua atividade por completo.

Conhecida também com xerostomia (do grego xéros: seco e stoma: boca), essa condição é chamada, popularmente, de boca seca, e provoca sintomas nada agradáveis na cavidade oral, os quais podem afetar a qualidade de vida de uma pessoa de forma relevante.

Quer descobrir mais sobre a baixa salivação em idosos? Neste artigo, separamos os pontos mais importantes que você precisa conhecer sobre essa patologia. Continue a leitura e confira!

Qual a relação entre a baixa salivação e o avanço da idade?

Já está comprovado que a xerostomia atinge a população idosa em maiores proporções, mas isso não significa que o problema é uma consequência do envelhecimento.

Na verdade, uma pessoa mais velha tende a desenvolver a doença devido ao uso de medicamentos que diminuem a produção de saliva, como anticolinérgicos e antidepressivos.

Quais são os sintomas desse problema?

Fissuras na língua de pessoas idosas pode ser sintoma de baixa salivaçãoO principal sintoma é a mucosa oral seca, que pode ocorrer de maneira mais discreta, moderada ou extremamente grave. Além disso, a língua costuma apresentar uma fissura na superfície inferior, assim como as papilas filiformes ficam atrofiadas.

Como consequência dessa condição, outros sintomas também são desenvolvidos, como dificuldades na mastigação e deglutição, pois os alimentos podem aderir à mucosa com maior facilidade e gerar problemas na fala, além de candidose oral, placa bacteriana e cáries, porque a função de limpeza bucal e a atividade antimicrobiana da saliva ficam prejudicadas.

Ademais, o paciente também pode apresentar ardência e dor na língua, lábios muito secos e rachados, irritação na garganta e o terrível mau hálito. Todos esses sintomas prejudicam o bem-estar do paciente, além de afetarem também a sua convivência social e autoestima.

Existe tratamento para essa condição?

Apesar de difícil, existe, sim, tratamento para a xerostomia. Atualmente, as opções são paliativas, ou seja, não curam a doença, mas reduzem o desconforto gerado pela baixa salivação em idosos.

Confira quais são os tratamentos para boca seca:

  • administração de saliva artificial, uma solução com viscosidade muito semelhante à natural;

  • aumento da ingestão diária de água para deixar a boca mais molhada;

  • uso de gomas de mascar sem açúcar, que estimulam o fluxo de saliva;

  • utilização de medicamentos que aumentam a produção salivar, como a pilocarpina.

Como se prevenir?

Alguns hábitos de vida estão muito associados à diminuição e interrupção da produção de saliva, como o tabagismo e o consumo de álcool. Para prevenir essa doença, portanto, é importante evitá-los. Além de evitar a boca seca, você contribuirá para o bem da sua saúde em geral.

E aí, gostou de descobrir um pouco mais sobre a baixa salivação em idosos? Se você não tem essa doença, capriche nas medidas preventivas para evitá-la. Caso já tenha desenvolvido, procure um dentista para receber o melhor tratamento e solucionar o seu problema!

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A halitose, ou, na linguagem popular, o mau hálito, é uma situação que aflige parte da população. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), por volta de 40% das pessoas apresentam algum problema devido ao odor desagradável na boca.

Nem sempre essa condição significa doença. Muitas pessoas apresentam halitose ao acordar, por exemplo. No entanto, a presença de cáries e a má higiene bucal são grandes causas. Continue a leitura deste artigo e saiba quais são as razões do mau hálito e aprenda como preveni-lo e tratá-lo.

Quais são as causas da halitose?

O hálito desagradável tende a ser uma situação ruim para quem sofre do problema. Isso afeta a autoestima e as relações sociais. Além disso, quando a razão for devida a problemas mais sérios, pode afetar a saúde da pessoa. Uma cárie não tratada, por exemplo, pode levar a doenças no coração.

Nossa boca acumula bactérias de diferentes espécies que ajudam na digestão dos alimentos. Durante esse processo, substâncias são liberadas e, quando acontece alguma falha no processo, ocorre o mau cheiro, como o do gás sulfídrico. As principais causas do hálito ruim são:

  • Má higiene: a saburra, que se acumula na língua, ou o tártaro dos dentes pode provocar o odor ruim. Resíduos de alimentos acumulados nos dentes ou na dentadura também;
  • Cárie: é uma bactéria e, por isso, provoca o odor desagradável se não tratada;
  • Sinusite e amigdalite: as bactérias das infecções causam o cheiro ruim;
  • Gastrite e problemas digestivos: igualmente por bactérias, no entanto, essas estão presentes nos órgãos digestivos, como a H. pylori. O refluxo e o intestino preso também influenciam;
  • Diabetes: conhecido como hálito cetônico, devido a indisponibilidade da glicose;
  • Genética (proteína SELENBP1): afeta apenas pequena percentagem da população. São genes bacterianos que têm dificuldade de decompor o metanotiol;
  • Matinal: ocorre por falta de glicose, assim como no caso da diabates;
  • Imaginária: o indivíduo pensa apresentar mau hálito, mas não são encontrados sinais dessa característica;
  • Alimentação: cebola e alho, por exemplo, têm cheiros fortes e são transferidos para o pulmão, o que faz a pessoa expelir o cheiro ao respirar. O jejum prolongado é também prejudicial;
  • Cáseos amigdalianos: são pequenas bolinhas brancas que se alojam nas cavidades das amígdalas.

Como prevenir?

Quanto aos sintomas, muitas vezes a própria pessoa não sente que está com halitose, mas em alguns casos essa condição pode provocar uma sensação de gosto ruim na boca. Para prevenir, primeiro é fundamental a boa higiene bucal. O fio dental deve ser usado diariamente. A escovação deve ser realizada ao menos três vezes ao dia. Limpeza da língua e bochecho com antisséptico também fazem parte da limpeza.

O dentista deve ser consultado com regularidade, a depender das condições individuais. Uma vez ao ano é primordial. No entanto, quem tem próteses ou costuma apresentar outros problemas deve ir mais vezes. Ademais, a alimentação balanceada também faz diferença, portanto é aconselhado evitar longos períodos de jejum, além de comidas gordurosas e cigarros. O consumo de água precisa ser de 2 litros ao dia.

Como tratar o mau hálito?

O tratamento dependerá da causa. Um odontólogo pode ser consultado para fazer o diagnóstico e dar as melhores orientações. Cáries precisam ser eliminadas e outros problemas dentários, como gengivite e periodontite, terão uma intervenção diferente. No caso de problemas orgânicos, como estomacais ou diabetes, poderá ser necessário um trabalho conjunto com o médico especialista.

A halitose pode ser tratada e o paciente ter de volta seu bem-estar. No entanto, será preciso manter os bons cuidados de higiene durante toda a vida para que o problema não volte a incomodar.

Este artigo foi útil? Quer saber mais sobre o mau hálito? Então leia este próximo artigo sobre a gengivite!

Quando pensamos no que é preciso para manter uma boa higiene bucal, sempre lembramos da escovação. No entanto, assim como a escova de dente, o fio dental é essencial para evitar problemas e manter a saúde bucal em dia. Assim, é muito importante saber como usar o fio dental para auxiliar na limpeza dos dentes.

Ele remove restos de alimentos nas áreas onde a escova não alcança e elimina a placa bacteriana, responsável pelo aparecimento de cáries. Por isso, o hábito de utilizar fio dental deve ser seguido diariamente, no mínimo, 2 vezes ao dia.

Neste post, vamos mostrar como utilizar o fio dental de forma correta. Confira!

Como usar o fio dental corretamente?

Para utilizar o fio dental de maneira correta e eficiente, é importante seguir alguns passos.

Tamanho do fio

É bastante comum que as pessoas utilizem o fio dental depois da escovação dos dentes. Entretanto, o ideal é utilizá-lo antes da escovação, pois o flúor contido na pasta pode ter um alcance melhor entre os dentes, limpando de maneira mais eficiente. Para isso, enrole cerca de 40 centímetros de fio ao redor de cada dedo do meio.

Manuseio

Após enrolar o fio nos dedos, segure-o entre os dedões e os indicadores em cada mão, deslizando-o levemente para baixo e para cima entre os dentes. Repita o processo 2 vezes para cada lado, entre todos os dentes.

Região de aplicação

Passe o fio dental ao redor da base de cada dente. Além disso, ultrapasse a linha de junção da gengiva com o dente. Evite passar o fio na gengiva com força, pois é possível machucar ou cortar o tecido gengival.

Parte do fio

O ideal é limpar um dente por vez e evitar passar em dois ao mesmo tempo, pois isso resulta em uma limpeza pouco eficiente. Desenrole o fio e sempre use as partes limpas para no próximo dente.

Remoção do fio

Para removê-lo, use movimentos de trás para frente. Por fim, enxágue a boca com um enxaguante bucal, pois isso ajuda a remover os restos de partículas que ainda possam se acumular na boca.

Quais são os principais tipos de fio dental?

Cada pessoa se adapta melhor a um tipo de fio dental específico. Assim, os principais tipos que são encontrados nos mercados e farmácias são:

  • fio de filamento único, que apresenta maior resistência, além de ser mais achatado e fino. Isso pode impedir que ele se desfie ou se parta durante o uso e é indicado para pessoas com dentes mais juntos;
  • fio de múltiplos filamentos, que é o mais tradicional. Além disso, existem versões com sabor;
  • fio super floss, que consiste em um fio com uma parte mais flexível e firme, outra mais esponjosa e grossa e, por último, uma com o fio normal. Ele é indicado para pessoas que têm espaços maiores entre os dentes.

Como vimos, é muito importante saber como usar o fio dental, pois ele é responsável por retirar a placa bacteriana e pela remoção de restos de alimentos. Por isso, é essencial iniciar essa prática ainda na infância, para que se evite cáries e outros problemas no futuro.

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O freio labial é uma dobra da mucosa que liga a bochecha e o lábio à gengiva e à mucosa alveolar. Suas principais funções são promover a estabilização na linha média, limitar os movimentos do lábio e impedir a exposição excessiva do tecido gengival. Em alguns casos, ele pode provocar um espaçamento entre os dentes, por isso, muitas pessoas optam pela cirurgia.

A cirurgia de freio labial, também conhecida como frenectomia labial, consiste em cortar e remover o freio para a correção do problema. Ela também é indicada para as pessoas que apresentam um excesso dessa estrutura. O procedimento pode ser feito tanto na parte superior quanto na parte inferior da boca.

Neste post, vamos explicar quais são os tipos de frenectomia labial e mostrar como funciona esse procedimento. Confira!

 

 

Quais são os tipos de freios?

Em odontologia, existem 2 tipos de freios:

  • freio lingual: localizado por baixo da língua, inserindo-se desde a língua até o assoalho da boca;
  • freios labiais (inferior e superior): localizados na linha mediana, são vistos quando abaixamos o lábio inferior ou levantamos o superior. Eles se estendem desde a gengiva frontal até o interior do lábio, tanto no maxilar inferior quanto no superior.

Lateralmente aos freios labiais, existem outras pregas mais largas, conhecidas como bridas, que são bastante semelhantes aos freios. As principais diferenças são suas dimensões em largura e localização.

Como ocorre a cirurgia de frenectomia labial?

O aspecto normal do freio labial é de uma estrutura pequena e fina, entre os incisivos centrais. Algumas anomalias na posição dos freios podem afetar a fonação, interferir na mímica facial, prejudicar a movimentação do lábio, entre outras.

Por isso, é muito importante realizar um exame clínico detalhado, além de uma análise radiográfica para a avaliação do tecido ósseo. Isso é essencial para determinar o tratamento adequado para cada situação.

A cirurgia de frenectomia labial é simples e pode ser feita de duas formas distintas. Confira, a seguir, quais são elas.

Cirurgia convencional

Nesse caso, o procedimento é feito com anestesia local e utiliza-se um bisturi, sendo feitas incisões na secção do freio com o objetivo de removê-lo parcial ou totalmente. Após a cirurgia, é feita a sutura dos tecidos moles utilizando pontos.

Cirurgia com bisturi elétrico

Nesse caso, é utilizado um bisturi elétrico que permite reduzir o tempo de cirurgia, pois o objeto permite cortar e promover a coagulação imediata.

Além disso, é possível reduzir o edema e o trauma dos tecidos moles devido a ausência de pontos de sutura. Por isso, o pós-operatório nesse tipo de procedimento é mais tranquilo.

Como vimos, a cirurgia de frenectomia labial é um procedimento bastante tranquilo, que pode melhorar a fonação e a movimentação dos lábios. Assim, para que o resultado seja satisfatório, é preciso usar um aparelho ortodôntico que ajudará a fechar o diastema. Para obter o melhor resultado, não se esqueça de marcar uma consulta com um dentista especializado.

Gostou deste conteúdo? Quer saber quais são os tratamentos feitos em nosso consultório? Então, entre em contato conosco. Será um prazer atendê-lo!

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Os dentes são estruturas muito importantes para a nossa vida. Com eles podemos mastigar e sorrir, o que é fundamental para o bem-estar, autoestima e qualidade de vida. O que acontece, no entanto, é que nem todo mundo se preocupa com a saúde bucal, até chegar no ponto em que a única solução para um dente é a extração. Mas como saber se o dente está perdido?

Neste artigo, separamos quais são os sinais de um dente estragado, os tratamentos possíveis para recuperá-lo e formas de prevenir que você chegue nessa situação. Vamos conferir?

Quais são as características de um dente perdido?

Existem alguns sinais de como saber se o dente está perdido, que são alguns problemas que impedem que ele seja recuperado por completo. Entre eles:

  • grande perda óssea, na qual o dente não tem mais o suporte necessário para permanecer fixado na arcada;
  • cáries avançadas, que já atingiram a raiz;
  • necrose pulpar sem possibilidade de um tratamento de canal para solucionar a infecção;
  • um dente que já passou por muitas restaurações e que precisa de uma nova intervenção, mas que o dentista não tem acesso a esse local;
  • fraturas dentárias que atingem a raiz.

Entretanto, apenas o dentista sabe identificar quando o dente realmente está perdido. Procure um consultório odontológico para verificar as condições da sua saúde bucal e confirmar se existe ou não uma solução para o seu problema.

Quais são os tratamentos disponíveis?

Muitos pacientes têm certeza absoluta de um dente perdido e acreditam que a única alternativa é a extração. Contudo, ao chegar no consultório, o dentista constata que ainda é possível recuperar esse dente por completo.

Isso costuma acontecer com maior frequência quando um dente está cariado e bastante escurecido. Nessas condições, caso haja possibilidade de remover toda a parte estragada e ainda sobrar estrutura suficiente, é possível aplicar alguns tratamentos para recuperá-lo.

Restauração

A restauração é uma das técnicas mais simples. Nela, o dente é reconstruído com uma resina, o que recupera o seu formato original e permite que ele continue a exercer a sua função normalmente.

Restauração inlay/onlay

Esses tipos de restaurações são feitos em resina ou cerâmica e podem ou não cobrir as cúspides dos dentes, que são aquelas pontinhas agudas da estrutura.

Atualmente, o material mais utilizado para essa reconstrução dentária é o dissilicato de lítio, muito mais resistente a fraturas do que a porcelana.

Com um poder de adesão muito maior, o dissilicato de lítio consegue restaurar inclusive os dentes com muito pouca estrutura e que, há alguns anos, seriam julgados como perdidos.

Coroas

Para recuperar a parte visível do dente, aquela que aparece no seu sorriso, as coroas são as melhores opções. Nessa técnica, uma cópia natural do dente é confeccionada em cerâmica, zircônia ou dissilicato de lítio.

Como resultado, a estética do dente fica idêntica ao dos outros dentes que não precisaram passar por alguma intervenção. Assim, ninguém vai desconfiar que você tinha um dente estragado.

Caso o seu dente não tenha solução e realmente tiver de ser extraído, não se preocupe! Com um implante dentário é possível completar o espaço vazio, o que recupera tanto a função como a estética dos seus dentes.

Como prevenir a perda de um dente?

Para garantir a sua saúde bucal e evitar que dentes sejam perdidos, é preciso ter alguns cuidados, como:

  • tenha bons hábitos de higiene oral — escove os seus dentes após as refeições, use fio dental todos os dias e faça bochechos com um enxaguante bucal;
  • cuide da sua alimentação — evite o consumo excessivo de alimentos açucarados, pois eles favorecem o crescimento de bactérias e aumentam os riscos de cáries;
  • consulte o seu dentista periodicamente — visite sempre o consultório odontológico para que medidas profiláticas sejam aplicadas.

Agora que você já aprendeu como saber se o dente está perdido, não deixe de consultar um profissional para que ele defina qual é o tratamento mais adequado para o seu caso. Assim, é possível ter uma arcada dentária saudável e um sorriso bonito de novo!

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