Saiba tudo sobre Restauração Dentária

Seus dentes  estão cariados, rachados, manchados, quebrados, sensíveis? Saiba que há vários recursos em restauração dentária para que eles voltem a ser saudáveis e funcionais novamente!

O procedimento consiste em remover a parte do dente que está deteriorada, limpar a área atingida e então preencher a cavidade limpa com um material de restauração.

Ao fechar os espaços onde as bactérias podem se infiltrar, a restauração também ajuda a prevenir uma deterioração posterior.

Uma avaliação clínica da extensão e da localização da lesão dentária, propensões alérgicas aos materiais por parte do paciente e quanto ele poderá investir nessa restauração, irá definir qual tipo será aplicada. Conheça os tipos de restauração dentária:

Restaurações em resina composta

O material usado coincide com a dor dos dentes de cada paciente, por isso são utilizadas com maior frequência nos dentes frontais ou nas partes visíveis dos dentes. Elas se ligam diretamente à estrutura do dente, diminuindo o desgaste de estruturas sadias (como no caso de uma restauração de amálgama). Porém não é ideal para grandes restaurações, pois podem lascar ou se desgastar com o tempo. Também podem manchar com pigmentos como o café, chá ou tabaco, e não duram tanto quanto outros tipos de restaurações – em geral de três a 10 anos.

Restaurações de amálgama 

Usa uma mistura de metais, incluindo mercúrio e prata, não ficam da mesma cor do dente, por isso são utilizadas com mais frequência nos dentes de trás. São muito resistentes e normalmente duram pelo menos dez anos ou mais.

Restaurações de ouro 

São feitas de liga de ouro, e cimentadas sobre o dente. Muito bem aceitas pelos tecidos gengivais, podem durar mais de 20 anos. Por esta razão, muitos autores consideram o ouro o melhor material de restauração, entretanto não ficam da mesma cor dos dentes e são caras, chegando a custar de seis a dez vezes mais que a amálgama.

Restaurações de cerâmica 

À base de porcelana, possuem a coloração igual ao dos dentes, com aspecto mais natural. São mais friáveis que resinas compostas, podendo se fraturar com mais facilidade, mas também são mais resistentes a manchas.

Ionômero de vidro

Feitas de ácido poliacrílico e fluoroaluminosilicato, um componente do vidro. É muito resistente e na maioria das vezes utilizado em pessoas com alto risco de cárie, como em crianças com dentes de leite, por exemplo. Libera flúor, o que ajuda a combater este número exagerado de cáries. Costuma ser mais barato do que a resina, mas não tem tantas propriedades estéticas e não é tão resistente à mastigação quanto ela.

É possível trocar uma restauração de amálgama por uma de resina, dependendo da condição do dente do paciente. Essa troca pode ser por uma falha na amálgama (quando perde um pedaço ou a cavidade aumenta, por exemplo) ou por estética. Contudo, é preciso avaliar os riscos e benefícios desta mudança caso a caso com o especialista.

Boas práticas após a restauração dentária:

– Mastigar as refeições lentamente.

– Evitar chicletes, balas e doces grudentos.

– Não ingerir alimentos muito quentes nem muito frios.

– Visitar o seu dentista para uma revisão.

– Realizar uma higiene bucal caprichada após todas as refeições.

RT. CRO-GO-EPAO-425 C.D. Luis Francisco Coradazzi CRO-GO-CD-7747