O diabetes é uma doença crônica definida pelo aumento das taxas de glicose no sangue e, como consequência, provoca dificuldades de cicatrização e algumas limitações na vida dos pacientes. Mas e o implante dentário em diabéticos, será que entra nessa lista?

Alguns tratamentos invasivos não podem ser realizados por pessoas com diabetes, o que torna a pergunta anterior bastante frequente entre esses pacientes.

Se você está nessa situação, continue a leitura! Neste artigo, vamos esclarecer se um paciente com diabetes pode ou não fazer um implante. Acompanhe!

Posso fazer um implante dentário se sou diabético?

Se você deseja colocar implantes dentários, mas tem diabetes, temos uma boa notícia: sim, é possível realizar esse procedimento. Todavia, existem alguns cuidados que precisam ser tomados para que o procedimento seja feito com segurança e atinja o resultado esperado.

Quais são os cuidados necessários?

No pré-operatório

Antes de iniciar o tratamento com implantes dentários, o recomendado é que o paciente diabético consulte seu endocrinologista. Com acompanhamento médico, é possível controlar essa doença e, assim, melhorar o processo de cicatrização.

Com as taxas de açúcar no sangue controladas, todas as etapas do tratamento com implante dentário em diabéticos se torna muito parecida com as que ocorrem nos pacientes que não têm essa doença.

Na cirurgia

O procedimento para inserir os pinos de titânio é um pouco mais delicado em pacientes diabéticos.  Existem implantes de titânio com tratamento de superfície hidrofílica, que permitem uma cicatrização mais eficiente do osso ao redor do implante, especialmente indicados para esses pacientes. A orientação é que a cirurgia seja realizada nas primeiras horas da manhã, pois, nesse período do dia, o nível de glicose no sangue está mais baixo.

No pós-operatório

Colocados os pinos de titânio, inicia a fase de osseointegração, um processo em que o tecido ósseo lesionado se recompõe ao redor do implante.

Nos pacientes diabéticos, essa etapa ocorre de forma mais lenta, especialmente se a doença não estiver controlada, quando pode durar até 6 meses.

Por esse motivo, cumprir uma rotina de higiene bucal é indispensável para evitar complicações nesse processo, como placa bacteriana e infecções, que podem prolongar ainda mais a sua recuperação.

Entre as exigências estão, no mínimo 3 escovações diárias — com uso de fio dental — e aplicação de enxaguante bucal no mínimo 2 vezes ao dia.

Após fixado o dente artificial ou a prótese, além da higiene realizada em casa, é necessário visitar o seu dentista a cada 6 meses para que ele faça limpezas nos dentes e gengivas.

Nessas consultas, o profissional também faz o acompanhamento da sua recuperação por meio de radiografias panorâmicas ou tomografias.

Se o seu diabetes não está controlado, o recomendado é que essas consultas aconteçam de 3 em 3 meses, para evitar problemas na cicatrização desencadeados por essa condição.

O implante dentário em diabéticos, portanto, pode ser realizado sim! No entanto, seguir todos os cuidados e recomendações é essencial para obter um resultado de sucesso e, assim, possibilitar que você recupere o sorriso que sempre sonhou.

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RT. CRO-GO-EPAO-425 C.D. Luis Francisco Coradazzi CRO-GO-CD-7747

Fazer clareamento dental está na lista de desejos de muitas pessoas que gostam de cuidar da aparência e se sentir bem consigo mesmas. O clareamento nada mais é que a retirada de pigmentos escurecedores no dente, os quais provocam manchas.

A cor mais escura, muitas vezes, é acumulada devido a alimentos ou mesmo após o uso de aparelhos ortodônticos.

Existem várias técnicas para tal, entre elas: clareamento caseiro, clareamento com gel no consultório e clareamento a laser. Apesar de o procedimento em casa ser um pouco diferente, o resultado final tende a ser bastante próximo.

Acompanhe a leitura e entenda melhor a diferença entre esses tipos e se é possível fazer clareamento após a retirada do aparelho!

O que é clareamento dentário e quais são suas técnicas?

Então você decidiu se submeter a um clareamento dentário para ter um sorriso mais harmônico, mas está em dúvida sobre o melhor procedimento e a possibilidade de realizá-lo? Vamos por partes.

Como dito no início, clarear os dentes é retirar partes de manchas escuras existentes nele. Isso é feito por meio de um tratamento que consiste em utilizar substâncias químicas que penetram na estrutura do dente, reagem contra os pigmentos e devolvem a sua cor original. Algumas técnicas são as seguintes.

Tratamento caseiro

Consiste em utilizar um gel, dado pelo próprio dentista, que terá a porcentagem da substância clareadora de acordo com cada caso em particular. O paciente também leva duas moldeiras, nas quais será depositada a substância, que serão utilizadas durante o dia, por volta de 2 a 3 semanas.

Ainda que seja feito em casa, tem um acompanhamento prévio e posterior de um profissional, pois será preciso avaliar antes as necessidades individuais e os fatos que podem prejudicar o processo. No final, também serão vistas a eficiência da substância e as consequências, como a sensibilidade.

Tratamento convencional no dentista

De forma parecida, o paciente utiliza um gel, porém, como está sob intervenção direta do dentista, há a possibilidade de usar uma substância mais potente e com percentual mais alto.

A vantagem, então, é que ele é mais rápido, podendo durar apenas 2 horas. Mas pode ser que precise ser feita mais de uma sessão. O resultado final fica próximo ao que seria se usado somente em casa.

Tratamento a laser no dentista

Aqui também será utilizado o mesmo gel. Contudo, terá auxílio de um laser, que tem por função acelerar e deixar mais eficiente o processo, ao fazer com que a substância penetre mais nos dentes.

O resultado também tende a ser semelhante aos outros, pois o limite de clareamento de um dente depende da fisiologia dele.

Afinal, quem pode e quem não pode fazer clareamento?

Antes de iniciar esse tratamento, é necessária uma consulta a um profissional, que vai verificar se deve ser realizado algum procedimento antes, como uma limpeza mais profunda do dente, ou a existência de dor na gengiva, para que, assim, o clareamento tenha mais sucesso.

Na consulta, também serão tiradas as dúvidas e analisada a motivação inicial do paciente a se submeter a esse processo, para que ele esteja dentro de suas expectativas. Ainda, serão expostos os cuidados posteriores que o paciente deverá ter.

Algumas pessoas, em princípio, terão que esperar um tempo a mais para o procedimento:

  • gestantes;
  • lactantes;
  • pessoas abaixo dos 15 anos.

Por fim, você poderá fazer clareamento após retirar o aparelho, sim. O tratamento é, inclusive, visado por alguns que acumularam algumas manchas ao longo do tempo de uso.

Que saber agora algumas verdades e mitos sobre o clareamento dental? Então, siga lendo no link!

RT. CRO-GO-EPAO-425 C.D. Luis Francisco Coradazzi CRO-GO-CD-7747

Ter o sorriso bonito é um fator indispensável para a autoestima, o que significa que a perda dos dentes pode afetar a vida de uma pessoa de maneira definitiva. Com o avanço da tecnologia, os recursos para recuperar a estética da arcada dentária estão cada vez mais avançados, e os implantes dentários estão incluídos nessa categoria.

Mas quanto você pagaria para recuperar o seu sorriso? O preço do implante dentário está cada vez mais acessível e, provavelmente, cabe no seu orçamento.

Reconstituir uma arcada dentária incompleta vai muito além da estética e autoestima desencadeada por um sorriso harmonioso. Os dentes são fundamentais para que a mastigação ideal dos alimentos seja realizada, o que interfere diretamente no bom funcionamento do sistema digestivo.

Além disso, essas estruturas influenciam na fala, porque auxiliam os movimentos da boca e da língua para que os sons sejam gerados, e são importantes também para a correta abertura e fechamento da boca, que contam com a ajuda do encaixe perfeito das arcadas superior e inferior para a execução do movimento.

Assim, fazer um bom tratamento para recolocar os dentes que estão em falta é uma maneira de garantir a sua saúde bucal e geral, já que a autoestima desencadeada está relacionada com a forma como você convive com outras pessoas.

Está pensando em fazer um implante dentário mas ainda tem muitas dúvidas sobre detalhes do procedimento, principalmente sobre quanto custa um implante dentário  e o que afeta o seu preço?

Neste artigo, reunimos essas e outras informações importantes sobre os implantes, como o passo a passo, cuidados necessários e diversos outros pontos que precisam ser esclarecidos antes de passar por esse tratamento.

Para que serve o implante dentário?

Fazer um implante dentário é a melhor forma de substituir um dente, independentemente de ele ainda estar presente na boca, precisando ser extraído para isso ou se já  foi perdido em outras situações.

Ademais, esse tratamento é também uma ótima opção para substituir toda a arcada, quando no passado a única alternativa para essas pessoas era o uso de próteses móveis, as famosas dentaduras.

A cirurgia para a inserção do implante é fundamental quando os dentes naturais de uma pessoa estão podres, com as raízes prejudicadas, quando eles estão amolecidos e prestes a cair ou até mesmo quando já caíram há algum tempo.

Entre os pacientes que têm indicação para a cirurgia estão os que se encontram nas seguintes situações:

  • os que têm dentes com danos estéticos, como manchas escuras;
  • pacientes que apresentam problemas de mastigação;
  • quem possui dentes com raízes acometidas por doenças bucais, como as cáries em estágio avançado ou periodontite;
  • aqueles que já perderam seus dentes e utilizam outro método de substituição, como dentadura ou ponte;
  • quem precisa da correção de dentes posicionados de maneira inadequada.

Como visto, todos estão sujeitos a desenvolver condições que necessitam de um implante, seja por doenças bucais, seja pela higienização insuficiente de toda a cavidade oral, por acidentes que podem danificar a raiz, como uma queda ou outra situação de alto impacto, e até fatores genéticos que afetam o posicionamento dos dentes.

Nesses casos, o implante é a solução que oferece maior segurança e eficiência para que a saúde bucal do paciente seja recuperada.

O procedimento é a instalação de pinos cilíndricos de titânio na estrutura óssea, logo abaixo das gengivas, simulando a raiz de um dente. O titânio é um elemento químico compatível com os tecidos biológicos, ou seja, ele não provoca nenhuma reação adversa.

As próteses ou dentes substitutos são produzidos em cerâmica ou outro material resistente e semelhante à aparência dos dentes naturais, como porcelana ou resina. Apesar de envolver uma cirurgia, a inserção do implante é um procedimento muito simples, seguro e com índices elevados de sucesso.

Quais são os tipos de implante dentário?

Basicamente, existem quatro tipos de implantes, e a escolha da opção mais adequada varia de caso para caso. O profissional dentista é quem deve fazer toda a avaliação e decidir qual é o implante ideal para cada paciente. A seguir, separamos algumas informações sobre eles.

Implantes convencionais

Esse tipo de implante envolve a fixação dos cilindros de titânio nos ossos mandibular ou maxilar e recebe esse nome porque é a opção indicada na grande maioria dos casos. Além disso, é possível fazer um implante convencional em paciente com pouca estrutura óssea após ele passar por um procedimento de enxerto.

Implantes curtos

Utilizados em pacientes que não possuem quantidade suficiente de massa óssea, o implante curto é ideal para quem deseja passar pelo procedimento mas não quer fazer um enxerto ósseo.

Implantes zigomáticos

Nesse implante, os pinos são fixados no osso zigomático, sendo uma alternativa para pacientes que sofrem de reabsorção óssea severa do maxilar.

Ademais, em um tratamento de implante dentário, as próteses utilizadas também podem variar. Confira abaixo quais são elas.

Prótese protocolo ou fixa

Essa é a opção de implante mais recomendada para pacientes que possuem poucos ou nenhum dente e que desejam parar de usar dentadura, porque trata-se de um implante dentário total.

Ao contrário da prótese removível, a prótese fixa oferece muita segurança para os pacientes, porque é parafusada pelo dentista e não sofre deslocamentos quando movimentos de fala e mastigação são realizados.

A instalação desse tipo de implante dentário geralmente necessita de dois procedimentos realizados em dias diferentes: um para a retirada dos dentes que o paciente ainda possui e outro para a inserção dos cilindros de titânio. Nessa técnica, são colocados quatro pinos na arcada superior, dois de cada lado da boca, e outros quatro na inferior.

Apenas após a recuperação e passado o período de osteointegração é que a prótese fixa pode ser encaixada, devendo conter os dentes e a gengiva substituta, sendo construída especialmente para cada paciente sob um molde exato de sua boca.

Prótese overdenture

A prótese overdenture é total, porém removível, o que a diferencia da protocolo e facilita em muito a higienização. Além disso, essa modalidade de prótese sai mais em conta porque exige quantidade menor de pinos instalados, variando de dois a seis, contra os habituais oito pinos instalados para a prótese protocolo.

Assim como os outros tipos de implantes, a prótese overdenture também confere maior confiança e estabilidade ao paciente devido ao encaixe perfeito aos cilindros de titânio.

Implante unitário

O implante unitário é a opção ideal para aqueles pacientes que apresentam a falta de apenas um ou alguns dentes, sem afetar outras unidades que se encontram saudáveis, o que é a maior vantagem dessa técnica. Cada dente artificial é rosqueado sob um pino de titânio.

Que fatores afetam o preço do implante dentário?

Existem diversas condições que influenciam o valor desse procedimento. Primeiramente, o preço do implante dentário varia conforme o tipo de prótese e implante que será realizado. O número de dentes substitutos e a necessidade de realizar um enxerto ósseo também são fatores que podem multiplicar o preço final do tratamento.

Além disso, cada dentista pode estabelecer um preço diferente no seu consultório, o que depende da técnica aplicada (com ou sem cortes) e da qualidade dos materiais utilizados por cada profissional.

Atualmente, os materiais nacionais têm qualidade equivalente aos internacionais, o que aumentou a concorrência e, consequentemente, provocou uma queda no preço do tratamento como um todo.

Por esse motivo, fazer um implante ficou muito mais barato e acessível para grande parte da população. Além do mais, com o auxílio de um plano odontológico, os preços ficam ainda menores.

Todavia, é importante frisar que cada paciente tem um caso diferente, o que interfere em como o procedimento será realizado e no preço final que será cobrado pelo dentista. Por esse motivo, é fundamental procurar um profissional para fazer uma avaliação, porque só assim será possível ter uma visão completa do caso e obter um orçamento real.

Quais são os exames necessários antes de fazer o implante dentário?

Ao visitar o consultório odontológico, o primeiro exame que o dentista realiza é o clínico, no qual ele observa as condições bucais do paciente, como o estado da gengiva e quantos dentes estão faltando.

Durante essa primeira avaliação, o profissional precisa verificar também como está a estrutura óssea da região oral do paciente. Afinal, os ossos são indispensáveis para a sustentação dos pinos que serão inseridos durante o procedimento.

Para aprofundar ainda mais sua visão sobre a boca do paciente, o cirurgião-dentista solicita exames de imagem, como uma radiografia panorâmica. Além disso, ele solicita também exames laboratoriais para analisar se o paciente está saudável e apto para passar por uma cirurgia, considerando também o período de recuperação.

Quanto a isso, existem algumas condições que precisam ser avaliadas pelo profissional, como a presença de osteoporose, que deixa os ossos fracos e quebradiços, impossibilitando um implante, e o tabagismo, hábito que prejudica a cicatrização e a recuperação do paciente, contraindicando a realização do procedimento.

Pacientes diabéticos também merecem atenção especial no momento da avaliação para realizar um implante, porque essa doença  dificulta o processo de cicatrização e complica o tratamento como um todo.

Ademais, pacientes em tratamento de câncer, pessoas com insuficiência cardíaca ou com problemas de imunidade também podem apresentar restrições para passar pelo procedimento, visto que têm um organismo mais frágil e que pode não suportar a cirurgia e o período de recuperação.

Como é o pré-operatório?

Na consulta anterior à realização do procedimento, o cirurgião-dentista deve passar algumas orientações fundamentais para o seu paciente, como a necessidade de fazer uma dieta saudável nos dias anteriores à cirurgia, com suspensão de bebidas alcoólicas nesse período, e também a prescrição das medicações que devem ser iniciadas, o que incluim anti-inflamatórios e antibióticos.

Além disso, o pré-operatório também inclui explicações sobre detalhes do procedimento, como qual será a anestesia, quanto tempo costuma durar e a necessidade de um acompanhante no momento de ir para casa.

Outra parte muito importante da preparação para a instalação de implantes dentários envolve os esclarecimentos e cuidados necessários durante o pós-operatório, o que será detalhadoadiante.

Como é feito o implante dentário?

A realização de um implante dentário pode acontecer a partir de uma semana após a perda de um dente e, se feita o mais rápido possível, evita que massa óssea seja reabsorvida.

Após conferir a condição bucal do paciente quanto à saúde da gengiva e da estrutura dos ossos, o dentista determina qual é o tipo de implante e prótese mais adequada, assim como a necessidade de fazer ou não um enxerto ósseo.

O enxerto

Quando o osso está frágil ou em quantidade insuficiente, pode ser preciso realizar um enxerto antes de fazer o implante. Isso é porque, após perder um dente, a região do osso situada logo abaixo do espaço vazio começa a atrofiar, o que resulta também em retração da gengiva, o que afeta o sorriso do paciente e a sua estrutura óssea como um todo.

Confirmada a reabsorção, o paciente é submetido ao procedimento que envolve a colocação de osso retirado dele mesmo ou de um material sintético biocompatível na região deficiente. Assim, o dentista cria uma estrutura adequada para receber o implante convencional e garante o sucesso do procedimento.

O implante

O processo de implante envolve apenas três fases: a cirurgia, a reabertura e a colocação da prótese. Se o paciente ainda estiver com o dente que precisa ser substituído fixo na arcada dentária, é necessário acrescentar uma fase antes da cirurgia: a extração.

Outro detalhe é que pode ser necessário que o paciente passe por um tratamento com aparelhos dentais ou bandagens para adequar o espaço que receberá o implante.

Fase cirúrgica

Essa etapa é realizada em consultório odontológico, sob anestesia local. Em alguns casos mais complicados, pode ser necessário a sedação do paciente. Nessa etapa, os pinos de titânio, que se parecem com parafusos, são inseridos no osso mandibular e maxilar.

Para as fases posteriores, é necessário que o tecido ósseo calcifique e integre as estruturas de titânio, período chamado de osteointegração. Essa recuperação pode durar três a seis meses, o que varia conforme a saúde do paciente e a técnica utilizada durante o procedimento.

Reabertura

Passado o tempo necessário para a osteointegração, é preciso realizar uma etapa chamada de reabertura, que é a retirada da gengiva que recobre o pino para que a prótese seja instalada.

Colocação da prótese

A última fase é a colocação da prótese, a qual é produzida especialmente para cada paciente conforme a sua estrutura oral para substituir os dentes em falta.

Após passar por um implante, o paciente deve retornar ao dentista pelo menos uma vez ao ano para que um controle seja feito, o que envolve a verificação das próteses, o aperto dos parafusos e o acompanhamento por radiografias.

Fazer um implante dói?

Se o que assusta você é a dor que vai sentir no consultório odontológico, pode ficar tranquilo! A cirurgia é completamente indolor, visto que a anestesia utilizada interrompe toda a sua sensibilidade na região.

O único incômodo que você sentirá é da picada da agulha durante a aplicação da anestesia, a qual pode ser amenizada pelo uso de anestésicos tópicos, como a xilocaína.

É importante que o paciente seja informado que o efeito sedativo da anestesia pode provocar sonolência e outros efeitos que afetam sua capacidade motora. Por esse motivo, é fundamental que ele tenha um acompanhante quando passar pelo procedimento.

Quais os cuidados pós-operatórios do implante dentário?

O pós-operatório é um período delicado e que exige muitos cuidados do paciente, o qual é crucial para o sucesso do procedimento e para que a recuperação seja completa e sem agravantes. Nessa fase, é muito comum sentir desconfortos na boca e focos de dor intensa.

Por esse motivo, o dentista prescreve analgésicos potentes, como o ibuprofeno 600 mg com arginina.

Além disso, inchaços e sangramentos também ocorrem com frequência, sintomas que podem ser amenizados com o uso de compressas de gelo. Prestar atenção na posição da cabeça também é fundamental para evitar esses incômodos — a cabeça deve ficar elevada em relação ao corpo.

Confira outras medidas necessárias para que a recuperação seja a melhor possível.

Alimentação

O paciente deve seguir uma dieta especial durante o pós-operatório. No início, ela deve ser basicamente líquida ou pastosa, para que, durante a mastigação, isso não prejudique o local operado. Além disso, os alimentos consumidos devem ser gelados ou, no máximo, na temperatura ambiente, porque comidas mais quentes podem desencadear sangramentos.

Então, você está liberado para tomar sorvete, sucos, vitaminas, sopas frias e outros alimentos semelhantes durante esse período. Passada uma semana da cirurgia, o paciente pode começar a introduzir alimentos sólidos, entretanto, ele deve evitar mastigar com o lado em que foi feito o procedimento.

Higienização

A limpeza da boca não pode parar durante o pós-operatório. Por isso, é fundamental higienizar a cavidade com uma escova de dentes macia, além de fazer bochechos suaves com enxaguantes indicados pelo cirurgião.

Hábitos de vida

Nesse período, o paciente deve suspender por completo o hábito de fumar, visto que a nicotina presente no cigarro afeta a cicatrização. Ademais, as bebidas alcoólicas também devem ser deixadas de lado durante esse período.

Repouso

Durante as primeiras 24 horas, o paciente deve permanecer em completo repouso para amenizar os sintomas de dor, inchaço e sangramento. Com algumas precauções, é possível voltar às suas atividades normais logo no dia seguinte de instalar um implante dentário. O tempo de recuperação total varia de paciente para paciente, mas costuma durar cerca de um mês.

Medicamentos

O paciente deve utilizar os medicamentos indicados pelo cirurgião, os quais incluem antibióticos e anti-inflamatórios. Com o uso ideal das medicações, o que significa tomar as doses corretas e cumprir o tratamento até o fim, é possível evitar complicações como infecções bacterianas e inflamação.

Existe rejeição de implante?

Devido ao fato de os pinos serem confeccionados em titânio, o qual é totalmente compatível com os tecidos humanos, a cirurgia de implante dentário não gera rejeição.

O que pode ocorrer é que, no pós-operatório, o paciente descuide e acabe provocando situações que desencadeiam inflamação e infecção bacteriana, o que prejudica a sua recuperação.

Por esse motivo, é muito importante que o dentista explique exatamente quais são as medidas que precisam ser tomadas após a cirurgia, as quais devem ser seguidas à risca pelo paciente. Com todos os cuidados com os implantes dentários — o que inclui o retorno ao consultório odontológico para avaliação periódica —, eles podem durar até 40 anos.

Como escolher um bom dentista para fazer um implante dentário?

Para passar por um procedimento de implante com total segurança e garantia de resultados positivos é fundamental escolher um bom cirurgião-dentista.

Por esse motivo, você deve pesquisar sobre o profissional e considerar fatores como o tempo de atuação, cursos e especializações concluídas, indicações de pessoas que já passaram pelo procedimento com esse dentista e até a estrutura do estabelecimento em que ele atende.

Ademais, desconfie de profissionais que oferecem procedimentos de implante dentário a preços extremamente abaixo da média, porque isso é sinal de que ele utiliza materiais de baixa qualidade e que podem trazer riscos à sua saúde.

Optar por um implante dentário é a melhor escolha que você pode fazer para recuperar a estética do seu sorriso e funções essenciais para a sua vida, como a mastigação e a fala. Por esse motivo, investir o seu dinheiro em um bom profissional, o qual realizará o procedimento da melhor forma possível, vale muito a pena.

Além disso, como o preço do implante dentário está cada vez mais acessível, você tem uma chance maior de o tratamento caber no seu orçamento. O que você está esperando? Aproveite a oportunidade e faça um implante dentário! Temos certeza de que, assim, tanto a sua autoestima como a qualidade de vida serão beneficiadas!

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Você sabe escolher a melhor escova de dente para você? Bom, a maioria das pessoas não sabe e sequer dá importância a esse fato, pois acham que não importa qual escova usem para fazer a higiene bucal, desde que escovem os dentes após as refeições.

No entanto, as coisas não são tão simples, pois a escolha certa da escova é essencial para preservar nossa saúde bucal.

Escolher a escova certa vai manter seus dentes longe das cáries e das doenças gengivais, que são as causas mais comuns da perda dentária. Mas com tantos modelos disponíveis, de formatos, tamanhos, finalidades e marcas diferentes fica difícil saber delas é ideal para manter seu sorriso bonito e saudável.

Por isso, criamos este post, para ajudar você nessa tarefa. Ao longo da leitura deste material você vai encontrar dicas de como escolher a escova de dentes ideal, vai conhecer os diferentes tipos de escova e saber qual modelo é adequado para cada caso específico. Acompanhe!

Como escolher a melhor escova de dente?

As escovas de dentes que existem atualmente no mercado são classificadas com macias, médias e duras. As macias e ultramacias são os modelos ideais para qualquer tipo de paciente, independentemente da idade. Isso porque elas proporcionam mais conforto durante a escovação.

As escovas de cerdas macias promovem a limpeza necessária, sem agredir as gengivas e mucosas ou provocar desgaste no esmalte dentário. Além disso, é comum que muitos pacientes coloquem muita força na hora de escovar os dentes, o que pode causar retração gengival e sensibilidade dentária quando é usada uma escova com as cerdas mais duras.

Outro fator importante a ser observado no momento de escolher a escova de dentes ideal é o tamanho do produto. A cabeça da escova deve ser pequena, pois ela deve alcançar os cantos da boca para promover uma limpeza completa e deixar a cavidade oral livre das bactérias causadoras da cárie e doenças na gengiva.

Quanto ao cabo da escova, não há um consenso por parte dos dentistas sobre qual seria o melhor tipo — flexível ou não. Na realidade, o paciente deve fazer essa escolha de acordo com suas preferências, pois o produto deve garantir conforto durante a escovação.

Vale ressaltar que a melhor escova de dente não é aquela mais cara ou com tecnologias que prometem a uma limpeza mais eficaz. Um produto simples e barato já é capaz de fazer o serviço com qualidade. O ideal é conversar com seu dentista para que ele indique o melhor tipo de escova para seu caso.

Quais são os tipos de escova de dente?

Como já citamos no início do post, existem diversos modelos de escova de dente. As diferenças são várias e vão desde o design do produto até o formato das cerdas. A seguir, vamos mostrar a você quais são os tipos de escova de dentes disponíveis no mercado. Confira!

Escovas de cabeça angular

Uma escova com essa característica ajuda a alcançar a superfície interior dos dentes frontais inferiores e superiores. Elas são indicadas para pessoas que têm dificuldades em escovar fazer uma higiene completa com uma escova padrão, pois essas regiões da boca são mais suscetíveis ao acúmulo de placa bacteriana e tártaro.

Escovas de dente de cabeça compacta

A escova de cabeça compacta é menor do que aquela de cabeça normal e também tem menos cerdas. Pessoas com a boca pequena podem achar mais fácil fazer a higiene oral com uma escova compacta, mas, pessoa sem essa característica se adaptam facilmente à normal.

O ideal é que você testes os dois modelos para identificar qual deles é melhor para você.

Escovas com cerdas macias ou extra macias

Esse modelo é campeão de indicação pelos dentistas de melhor escova de dente. Esse tipo de produto se destaca pela delicadeza de suas cerdas, que por serem bem macias, não causam danos às gengivas e mucosas.

A escova macia e extra macia é ideal para pessoas em qualquer faixa etária, principalmente para crianças, que têm a boca mais sensível e precisam fazer uma escovação mais cuidadosa.

Esse modelo é bastante eficaz para escovação, pois promove a limpeza de espaço entre os dentes e das gengivas. Além disso, ela permite que o paciente faça massagens nas gengivas durante a escovação, o que ajuda a aumentar a circulação sanguínea no local, levando mais nutrientes e oxigênio aos tecidos.

Escovas de cerdas duras e médias

Durante bastante tempo, as pessoas acreditavam que esse tipo de escova era melhor para remover os resíduos alimentares dos dentes. Mas, escovas de cerdas mais duras, podem, na verdade, prejudicar sua saúde bucal. Isso porque, o fato de serem mais rígidas dificulta a penetração das cerdas em espaços menores.

As cerdas duras também podem causar danos à gengiva ou ao esmalte dentário, caso o paciente escove os dentes com muita força. No entanto, esse tipo de produto é ideal para pessoas que usam dentaduras e próteses fixas e removíveis.

Escovas de dente elétrica

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as escovas de dente elétrica não são indicadas para qualquer paciente. Apesar de serem mais caras, elas não oferecem uma eficácia tão boa quanto às escovas comuns. Na verdade, se mal utilizadas, elas podem causar danos à integridade bucal do paciente, como sensibilidade dentinária e problemas nas gengivas.

As escovas elétricas funcionam com o uso de pilhas ou a bateria, mas só devem ser utilizadas sob orientação de um dentista. Elas são indicadas, principalmente, para pacientes com problemas de coordenação motora e pessoas idosas.

Escovas de cerdas indicativas

Com certeza, você já viu muitas propagandas na TV de escovas de dentes que sinalizam quando é hora de trocar o produto por um novo. Há diversos modelos de escova com esse conceito, desde as mais simples até as mais sofisticadas.

A diferença está em um detalhe colorido, que se desgasta com o tempo de uso e, desaparece por completo quando a escova perdeu a utilidade.

Não podemos afirmar que essa é a melhor escova de dente, pois ela só indica o momento de ser trocada. Mas para pessoas distraídas, que nunca se lembram de quanto devem comprar um produto novo, esse modelo pode ajudar a ter sempre uma escova eficiente a mão.

Escovas de dente unitufo

Por mais que você tenha uma higiene bucal cuidadosa, muitas vezes, fica difícil alcançar os dentes que ficam mais no fundo da boca. Essa dificuldade se deve ao modelo da escova que está sendo utilizado.

Nesses casos, o ideal é utilizar a escova unitufo, pois elas têm uma cabeça menor, o que facilita o acesso aos dentes mais difíceis. A unitufo consegue limpar cada cantinho dos dentes e por isso, também é indicada para completar a higiene, depois da escovação comum.

Escovas de dente interdentais

As escovas comuns não conseguem limpar os resíduos alimentares que ficam presos entre os dentes. Por isso, é essencial usar o fio dental antes da escovação, pois ele remove as impurezas mais difíceis. No entanto, essa tarefa também pode ser realizada com as escovas interdentais.

Na realidade, esse tipo de escova é até mesmo mais eficiente do que o fio para remover as impurezas de entre os dentes. Então, o uso do fio dental pode ser descartado, caso você prefira a escova interdental.

Escovas com limpador de língua

Assim, como os dentes, a língua também acumula restos de alimentos. Aliás, a saburra — que é aquela massa esbranquiçada que fica acumulada na parte superior da língua — é uma das principais responsáveis pelo temido mau hálito. Para remover a sujeira e evitar esse problema, o ideal é escolher uma escova com o limpador de língua.

Esses modelos têm o limpador na parte traseira das cerdas. É importante escolher um produto com esse acessório, pois não é recomendado fazer a higiene da língua com a escova. Além disso, esse tipo de produto não é mais caro do que os outros e ainda vai ajudar a manter o mau hálito bem longe de você.

Qual a melhor escova de dente para quem usa aparelho?

aparelho dentário é um acessório muito útil para pessoas que desejam corrigir falhas estéticas e funcionais no sorriso. O tratamento proporciona resultados extremamente satisfatórios e, além de melhorar a qualidade de vida do indivíduo, ainda devolve sua autoestima.

No entanto, a higiene bucal se torna mais complexa para pacientes que fazem uso de aparelho. O acessório contribui para o acúmulo de resíduos alimentares na cavidade oral, pois dificulta a higienização bucal.

Por isso, pacientes que usam o aparelho ortodôntico devem fazer uso de uma escova específica. Nesse caso, a escovação deve ser feita em primeiro lugar, com um produto comum ou uma escova ortodôntica — que é aquela que tem duas fileiras de cerdas, fato que torna limpeza mais eficaz.

Depois, o paciente deve complementar a higiene bucal com o uso de uma escova de tufo, que é recomendada para limpar as linhas gengivas e por fim, usar o modelo interdental, que remove as impurezas acumulados entre os dentes.

Essas são as melhores escovas de dentes para quem usa aparelho e, contar com os três modelos vai ajudar a manter seus dentes saudáveis durante o período de tratamento ortodôntico.

Qual a melhor escova de dente para quem sofre de gengivite?

A gengivite é caracterizada por uma inflamação no tecido que circunda o dente. Essa infecção é causada pelo acúmulo de placa bacteriana, que não foi devidamente removida com a escovação.

Para pacientes que sofrem com esse problema, a melhor escova de dente é aquela com cerdas macias ou extra macias e cabeças pequenas. Isso porque, esse tipo de produto é capaz de promover uma limpeza profunda sem traumatizar ainda mais o tecido, pois caso isso aconteça, o paciente ainda pode sofrer com retração nas gengivas.

Qual a melhor escova para quem tem dentes sensíveis?

Escovas de dente de cerdas muito duras podem causar desgaste no esmalte dentário e retração gengival. Esses dois fatores levam ao aparecimento da sensibilidade dentinária, que incomoda bastante aos pacientes, principalmente na hora de ingerir alimentos quentes ou frios.

Então, para evitar esse problema ou ainda não agravar a sensibilidade, no caso de pacientes que já sofrem com esse mal, o ideal é usar escova de dentes de cerdas macias ou extra macias e arredondadas.

Mas não é só isso. É importante que o paciente espere pelo menos trinta minutos após fazer a refeição para escovar os dentes. Isso porque, se você escova os dentes logo após comer, não dá tempo de a saliva neutralizar os ácidos produzidos pela placa bacteriana.

Então, na hora da escovação, os ácidos são espalhados na flora bucal e, dessa forma, contribuem para a erosão do esmalte dentário que, consequentemente, causa a sensibilidade nos dentes.

Além de escolher uma boa escova, contar com creme dental dessensibilizante com flúor contribui para que seus dentes não fiquem sensíveis.

De quanto em quanto tempo a escova de dente deve ser trocada?

Você já reparou como sua parceira de higiene bucal fica desgastada depois de algum tempo de uso? Isso é normal, afinal de contas, nenhum produto foi feito para durar para sempre, principalmente quando ele é utilizado todos os dias. Mesmo que você tenha a melhor escova de dente disponível no mercado, ela precisa ser trocada de tempos em tempos.

Os dentistas recomendam trocar a escova a cada três meses, mas esse período depende dos cuidados que você tem com ela. Caso você não cuide muito bem de sua parceira de higienização bucal, ela precisará ser trocada com mais frequência.

Para saber qual o momento exato de realizar a troca, basta observar como estão as cerdas. Quando elas apresentarem um certo nível de desgaste, é sinal de que é hora de aposentar sua escova e comprar uma nova.

Não é preciso esperar para que ela se deteriore muito, pois à medida que o produto vai ficando velho, é comum que você faça mais força na hora da escovação. Com o tempo, esse hábito vai prejudicar a saúde e estética de seu sorriso.

Como fazer a higiene bucal corretamente?

Escolher a melhor escova de dente disponível no mercado não é suficiente para manter seus dentes longe das cáries e doenças periodontais. De nada adianta investir em um produto de qualidade, se você não sabe a maneira correta de fazer sua higiene bucal.

O ideal é escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia, depois das principais refeições diárias. Além disso, nada de ir para a cama sem fazer uma boa limpeza nos dentes e gengivas, pois essa é a escovação mais importante. É justamente durante a noite que a boca fica mais suscetível à proliferação de bactérias nocivas à saúde bucal.

Veja como fazer sua higiene bucal de forma eficiente:

  • coloque um pouco de pasta dental na escova (não precisa ser muito, o equivalente ao tamanho de uma ervilha já é o suficiente);
  • faça movimentos circulares na região dos dentes do fundo (faça isso no mínimo umas dez vezes);
  • para escovar os dentes da frente, os movimentos devem ser feitos na direção vertical (também repetindo o processo pelo menos dez vezes);
  • a limpeza da língua deve ser feito com movimentos de trás para frente;
  • nunca ponha força na escova de dentes e faça movimentos leves;
  • faça bochechos e jogue a água na pia;
  • use fio dental e um enxaguante sem álcool para completar a limpeza.

Os dentistas recomendam escovar os dentes durante dois minutos, pois esse é o tempo ideal para realizar uma limpeza completa.

Como cuidar de sua escova de dente?

Independentemente do modelo e marca da escova de dentes, para que ela tenha vida longa, é essencial que ela seja bem limpa e armazenada corretamente após o uso. Veja alguns cuidados básicos com sua parceira de manutenção de seu sorriso:

  • depois de usar a escova, lave-a muito bem com água corrente e seque-a;
  • se for carregar o acessório para o trabalho ou durante uma viagem, guarde-o dentro de caixinhas de transporte específicas;
  • no banheiro, escolha locais fechados para armazenar a escova, como gavetas e armários. Dessa forma, você evita que partículas de fezes que ficam presentes no ar quando a descarga é acionada ou outras bactérias se depositem em sua escova.

Esses cuidados evitem que a escova se desgaste antes do tempo e ainda garantem que ela esteja sempre limpa e pronta para o uso.

Mas, e se mesmo depois dessas dicas, eu ainda tiver dúvidas sobre como escolher a melhor escova de dente?

Bom, nesse caso você tem duas opções. Você pode fazer um teste com diversas escovas de dentes para identificar qual delas proporciona uma escovação eficiente e ainda confortável ou pode simplesmente, pedir orientações para seu dentista.

Claro que a segunda opção é a melhor, pois o profissional é a pessoa mais indicada para dizer a você o produto mais adequado para seu sorriso.

Se você tem implantes ou próteses totais removíveis, que necessitam de uma limpeza mais complexa, não adianta querer escolher uma escova que agrade a você, tanto visualmente quanto de preço, mas sim, aquela que realiza uma limpeza eficaz.

Então, nesses momentos, levar em consideração a opinião do profissional é importante para que você faça a escolha certa. Mas isso não significa que ele deve ter a palavra final. Caso você não se adapte com a escova indicada, vocês podem conversar para que ele indique outro produto que melhor atenda às suas necessidades.

A escolha da escova certa dispensa limpeza profissional?

Vale ressaltar que não é porque você investiu em uma boa escova de dentes e mantém uma rotina de higiene bucal adequada, que você deve dispensar as visitas ao dentista. As consultas devem ser marcadas a cada seis meses para que o profissional avalie sua saúde bucal e identifique possíveis problemas.

Durante as consultas, o dentista realiza um tratamento que chamamos de profilaxia ou limpeza dentária profissional. Mas, como é essa limpeza com o dentista: como ele faz?

Bom, esse é um tratamento simples, rápido e indolor, no qual o profissional utiliza equipamentos específicos para remover impurezas da cavidade oral, evitando assim, que apareçam outros problemas como cáries e doenças periodontais.

Qual a importância da limpeza profissional?

Mas, no caso da limpeza dental, por que só o dentista faz direito? Simples, porque muitas vezes, o paciente se desleixa com sua higiene bucal e, então, há um acúmulo de tártaro entre os dentes e a gengiva.

O tártaro é um material duro, de cor amarelada ou amarronzada, que não sai com uma simples escovação. Caso ele não seja removido, ele ocasiona outras doenças como cáries, gengivite e periodontite, que, consequentemente, podem resultar em perda dentária.

Por isso, a limpeza profissional é indispensável, pois apenas o dentista é capaz de remover o tártaro da superfície bucal do paciente. Ele utiliza equipamentos como ultrassom e curetas para fazer raspagem e polimento dos dentes, mantendo-os bonitos e saudáveis por mais tempo.

Além disso, é comum que após o procedimento, o dentista faça uma aplicação de flúor para garantir que os dentes fiquem fortes e longe de doenças.

Como você viu, a escova de dentes certa é essencial para manter sua saúde bucal em dia, mas ela sozinha não vai garantir dentes fortes e bonitos. É preciso saber como fazer a higiene bucal de forma adequada e ainda visitar o dentista periodicamente.

Vale ressaltar ainda que a escova de dentes ideal não é a mais cara, nem a mais moderna ou aquela que seu amigo ou vizinho recomendou a você, mas sim, a que mantém sua saúde bucal em dia.

Mas, além de saber escolher a melhor escova de dente e fazer uma escovação correta, é essencial cuidar bem de sua parceira, para que ela realize seu trabalho com eficiência.

Essas foram nossas dicas para que você tenha um sorriso bonito e conserve seus dentes naturais por toda a vida. Siga essas instruções e observe como sua saúde bucal vai melhorar ao longo dos anos.

Agora que você já sabe como escolher a melhor escova de dente, está na hora de saber como ter um sorriso bonito e harmônico. Baixe o e-book que criamos especialmente sobre o assunto!

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Muitas pessoas têm uma dúvida em comum: a gengivite causa mau hálito? Esse problema desagradável, que várias vezes afeta os pacientes sem que ao menos eles percebam, pode prejudicar a vida social de maneira significativa. A gengivite é um problema bucal simples de ser tratado e evitado. No entanto, possui sintomas discretos e, em alguns casos, é difícil de detectar.

Ficou curioso sobre o assunto? Separamos, neste post, as principais informações sobre essa doença que atinge as gengivas. Vamos conferir?

O que é gengivite?

A gengivite é uma inflamação nas gengivas que se situam ao redor dos dentes, sendo considerada como a 1ª fase da doença desses tecidos.

Se não tratada corretamente, a gengivite pode evoluir para condições mais sérias, como a periodontite, doença que está no topo do ranking das causas de perda dentária na população adulta.

Quais são as suas causas mais comuns?

A principal causa de gengivite é a placa bacteriana, a qual se forma na borda entre os dentes e a gengiva quando a limpeza da boca não é feita de maneira adequada.

Além disso, existem outros fatores que podem levar um paciente a desenvolver gengivite. Entre eles estão:

  • a exposição a metais pesados, como chumbo e bismuto;
  • a pouca produção de saliva;
  • a predisposição genética;
  • o desenvolvimento de cáries;
  • o posicionamento incorreto dos dentes ou da mordida; e
  • o tabagismo.

Quais são os sinais da gengivite?

Pacientes com gengivite apresentam as gengivas com uma coloração bem avermelhada, inchada e sem brilho natural. Além disso, os dentes podem ficar com uma aparência mais longa devido à retração gengival.

Outro sintoma comum é o mau hálito, desenvolvido pela produção de ácidos e gases pelas bactérias que compõe a placa bacteriana. Portanto — respondendo a dúvida —, gengivite causa mau hálito, sim, e esse pode ser um dos sintomas mais incômodos da doença.

Além disso, fique atento caso você note algum foco de sangramento nas gengivas — que pode acontecer durante as escovações, o uso do fio dental ou a própria mastigação dos alimentos —. Esse é um sinal de alerta e indica que algo não está certo, o que exige uma visita ao especialista.

No entanto, os sinais nem sempre são claros. Em alguns casos, não ocorre dor, e os sintomas são tão discretos que o paciente sequer percebe o problema. Por esse motivo, é importante procurar um dentista periodicamente para fazer uma avaliação da sua saúde bucal.

Que cuidados tomar para evitar esse problema?

Para não desenvolver a gengivite, basta seguir todas as recomendações de higienização oral diariamente.

Escove os seus dentes após todas as refeições e utilize o fio dental pelo menos 1 vez ao dia. Além disso, escolha um bom enxaguante bucal antisséptico para eliminar as bactérias que podem provocar placa bacteriana.

A gengivite causa mau hálito, e prevenir essa doença é a melhor maneira de evitar um problema malcheiroso e nada agradável. Então, não deixe de limpar a sua boca corretamente e procurar um dentista para avaliações periódicas. Assim, a sua saúde bucal estará sempre em dia.

Gostou deste post? Então o compartilhe nas redes sociais para que todos os seus amigos entendam o que é a gengivite e como lidar com as suas consequências!

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O enxaguante bucal faz parte da rotina de higienização dos dentes de muitas pessoas. Ele previne cáries, placas, gengivite, mau hálito e dá uma sensação de conforto e refrescância. Mas, ao chegar numa prateleira de farmácia e se deparar com tantos tipos, com composições diferentes, você sabe escolher o ideal para você?

Muitos especialistas afirmam que o uso incorreto pode ser prejudicial: matar as bactérias boas, amarelar ou enfraquecer dentes, causar sensibilidade na mucosa. Dessa forma, não dá para escolher o primeiro que se avista.

Continue a leitura e saiba qual o mais indicado no seu caso!

Enxaguante bucal: quais diferenças e qual escolher?

Em muitas ocasiões, o uso do enxaguante é importante para complementar a higiene bucal, auxiliar em pós-operatório e ajudar no tratamento de doenças periodontais, como gengivites ou dentes sensíveis. Entretanto, quando usado de modo errado, pode ressecar a mucosa oral e facilitar manchas.

O sem álcool

São os mais seguros por não agredirem tanto o esmalte dos dentes. Não ardem nem maltratam as gengivas. Quando vem sem o composto, a embalagem costuma ressaltar isso na parte da frente. Geralmente, pode ser usado por crianças a partir dos 3 anos, com a supervisão de um adulto.

O com álcool

São os mais populares, mas devem ser usados com moderação. O álcool tende a ressecar a mucosa da boca, causar descamamento, aumentar a porosidade dos dentes e modificar o pH bucal. Esse não pode ser de uso infantil.

O com flúor

Os com flúor são ideais para indivíduos com problemas de cáries, pois impedem a proliferação das bactérias. Contam, também, com o benefício de auxiliar na diminuição da sensibilidade dos dentes. Na maioria das vezes, pode ser usado todos os dias. A melhor hora é na parte da noite, que é quando a salivação diminui e o produto permanece fazendo efeito por mais tempo.

O com gluconato de Clorexidina

Combate as bactérias do mau hálito, sendo, por esse motivo, indicado para quem tem esse inconveniente. Porém, é necessário investigar antes a causa, pois ele sozinho não é milagroso. É, ainda, indicado a quem passou por uma cirurgia, pois ameniza os riscos de infecção. A recomendação de uso é de duas vezes ao dia por no máximo uma  semana, pois se usado de forma demasiada, pode manchar o esmalte dentário.

Como fazer uso do enxaguante?

Estar em busca de um sorriso bonito e harmônico é o desejo de muitas pessoas. Para tanto, é imprescindível a boa saúde bucal. O procedimento de limpeza deverá ser feito na seguinte ordem: passar o fio dental entre todos os dentes, fazer a escovação, usar o raspador de língua e, por último, bochechar o enxaguante, por 30 segundos. Não é necessário que lave a boca depois. Para que o produto possa agir por mais tempo, evite beber água por alguns minutos.

Para continuar cuidando dos seus dentes, além do enxaguante bucal correto, não deixe de visitar seu dentista, e fazer a limpeza profissional de tempo em tempo.

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A reabilitação oral é a opção ideal para quem deseja recuperar a região bucal, seja por razões de saúde, estética ou, em alguns casos, por ambas.

Hoje, os implantes dentários, quando planejados de forma adequada por um profissional habilitado, são indicados, por exemplo, a pacientes que apresentam infecções, perdas dentais ou àqueles que têm problemas de mastigação e fonação.

Embora possa ser um processo de longa continuidade, a reabilitação evita que a arcada dentária apresente desequilíbrio. Promove, além disso, ganhos de saúde e de bem-estar capazes de recuperar a autoestima de quem opta por ela.

Quer entender como o tratamento devolve aos pacientes um sorriso harmônico? Continue a ler nosso artigo e conheça as etapas envolvidas.

Com é realizada a preparação para o implante?

A fim de definir se o indivíduo é elegível para um implante dentário, o dentista solicita um raio-X panorâmico da arcada dentária e tomografia computadorizada para estudar sua estrutura óssea.

Além disso, um clínico, em trabalho multidisciplinar, pode requisitar um hemograma e outros exames que garantam, por exemplo, que a coagulação do paciente está normal e adequada para o procedimento.

Como é feito o procedimento?

Recomendada para pacientes que perderam um ou vários dentes, a reabilitação oral com implantes dentários deve ser realizada por especialista na área.

Durante ela, a raiz do dente é trocada por um pino confeccionado de titânio. Ele pode ser colocado no osso maxilar ou mandibular. Caso seja necessário, recorre-se à realização de um enxerto ósseo, a depender da perda apresentada pelo paciente, especialmente de idosos.

Seguro, o procedimento não costuma ser doloroso. Após a primeira etapa, o profissional conclui seu trabalho ao colocar a prótese dentária sobre o pino de titânio. Assim, além de ter baixas taxas de rejeição, ela não impacta sobre os dentes naturais do paciente.

Quais são as recomendações para o pós-operatório?

Quando não há complicações, na maioria dos casos, até três dias após a cirurgia é possível retornar às atividades da rotina. Durante a etapa, compressas geladas e cuidados com a alimentação, mais pastosa e sem alimentos ácidos nos primeiros dias, podem ajudar.

Para que a cicatrização dos implantes dentários se complete, estima-se um período de quatro a seis meses. Depois, é necessário que cada indivíduo siga tendo cuidados específicos com a higiene bucal, utilizando, além de fio dental, escovas unitufo que evitem acúmulo de sujeira.

Vale destacar, ainda, que as medidas de limpeza diária e o acompanhamento com dentista são as principais ações capazes de evitar que o paciente volte a precisar de implantes em outros dentes. Além disso, são as únicas capazes de prevenir os problemas que podem dar início ao comprometimento de um dente, como cáries, periodontite e tártaro.

Mais do que um procedimento odontológico, a reabilitação oral com implantes dentários é um importante passo para auxiliar o paciente a recuperar seu sorriso e sua autoestima, como uma nova chance de cuidar da saúde bucal.

Quer realizar o tratamento ou deseja mais informações? Então, entre em contato com o Centro de Cirurgia Oral e saiba como podemos auxiliar você!

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A cirurgia de implante dentário é uma solução muito útil para as pessoas que sofrem com a falta de um ou mais dentes. Esse procedimento recupera a autoestima do paciente, além da sua completa capacidade de mastigação.

No entanto, se você vai passar por essa cirurgia, certamente já deve ter ouvido diversos comentários de familiares ou amigos sobre esse procedimento. “Esse tratamento é impossível de pagar!” “Vai doer!” “A recuperação é horrível!” são apenas algumas delas. Mas, será que todos esses comentários correspondem à realidade?

Neste artigo, separamos os principais mitos e verdades sobre a instalação de implantes dentários. Confira quais são eles!

 

 

A cirurgia de implante dentário dói: mito

Durante a cirurgia, você não sentirá dor alguma, porque, antes de iniciá-la, o dentista aplicará uma anestesia local. Por isso, pode ficar tranquilo! O máximo que você sentirá serão algumas picadas de agulha.

Quanto ao pós-operatório, esse período é tranquilo, contudo, algum desconforto pode ser sentido. Para amenizar esses sintomas, basta utilizar os analgésicos e anti-inflamatórios prescritos pelo seu dentista. Outro ponto importante para evitar complicações é permanecer em repouso pelo tempo recomendado.

É melhor que o implante seja instalado logo após a perda dentária: verdade

Isso acontece porque, com o passar do tempo, o osso situado logo abaixo ao espaço vazio deixado pelo dente ausente começa a sofrer reabsorção. Esse processo pode prejudicar e até mesmo impedir que um implante seja instalado.

No entanto, existe solução para esse problema: caso você passe muito tempo sem algum dente e a reabsorção aconteça, é possível fazer um enxerto ósseo antes colocar o implante.

Um implante dentário pode ser rejeitado devido o material: mito

Implante dental é feito com titânio que não causa rejeição

Implante dental é feito com titânio que não causa rejeição

Um implante é realizado com pinos de titânio, material compatível com os tecidos biológicos e que são integrados ao osso sem dificuldades. Assim, casos de rejeição são raros e, quando acontecem, são devidos infecções, baixa quantidade de massa óssea ou problemas com a prótese.

É possível implantar todos os dentes: verdade

Fazer implantes unitários de todos os dentes é algo possível. Todavia, existem outras técnicas mais recomendadas. Um exemplo é a prótese fixa, em que apenas alguns pinos são instalados e servem como suporte para a prótese, a qual pode ser removida apenas pelo dentista.

Um implante aumenta a ocorrência de periodontite: mito

Antes de passar pela cirurgia de implante dentário, o dentista fará uma análise completa da sua saúde bucal. Além disso, após a cirurgia, todas as recomendações sobre cuidados e higienização serão passadas pelo profissional, os quais devem ser seguidos à risca pelo paciente.

Visitas periódicas ao consultório odontológico também devem ser realizadas para revisões e manutenção. Dessa forma, a sua boca estará sempre saudável e doenças como a periodontite, que é uma inflamação das gengivas, dificilmente vão se desenvolver.

O preço dos implantes dentários está cada vez mais acessível: verdade

Fazer um implante é um procedimento cada vez mais acessível para grande parte da população. Isso é porque, com o aumento da oferta de pinos de titânio e profissionais qualificados para realizar a cirurgia de implante dentário, esse tratamento está ficando cada vez mais barato.

No entanto, o preço final depende de alguns fatores, como a necessidade de fazer um enxerto ósseo, a quantidade de pinos implantados e o tipo de prótese utilizada.

Então, gostou de descobrir o que é verdade e o que é mentira quando o assunto é implante dentário? Se você ainda ficou com alguma dúvida, não deixe de entrar em contato conosco! Estamos prontos para atendê-lo!

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Muitos pacientes possuem problemas gengivais decorrentes de traumas, acidentes ou doenças periodontais. Nesses casos, tanto a estética quanto a função dessa estrutura ficam prejudicadas e um enxerto gengival pode ser a única forma de solucionar esse problema.

Sem esse tratamento que corrige falhas e retrações, essas pessoas têm a sua qualidade de vida extremamente afetada, principalmente no âmbito social, porque suas gengivas serão um empecilho para que elas sorriam, falem e convivam com outras pessoas normalmente.

Está passando por esse problema e quer conhecer mais sobre o enxerto gengival? Continue a leitura e descubra tudo sobre essa técnica que vai harmonizar e recuperar o seu sorriso!

O que é o enxerto gengival?

O enxerto trata-se de um processo cirúrgico de reconstrução da gengiva que está atrofiada ou retraída. Para que a técnica seja realizada da melhor forma possível e para que os resultados obtidos sejam duradouros e bem-sucedidos, é indicado utilizar material proveniente do próprio paciente, ou seja, sua própria gengiva.

Assim, esse procedimento é fundamental para a correção de problemas estéticos e funcionais e, aliado a um implante dentário, é a garantia da recuperação completa de um sorriso.

Quais são os benefícios do procedimento?

Os benefícios do enxerto gengival vão muito além da estética. As gengivas são fundamentais e a sua falta deixa a raiz dos dentes exposta, favorecendo o desenvolvimento de doenças como cáries, tártaro e placa bacteriana. Entre as vantagens agregadas pela técnica estão:

  • o recobrimento de raízes expostas devido a uma recessão gengival;
  • a reconstrução de regiões em que dentes foram perdidos;
  • o aumento de volume gengival em áreas de contato com próteses fixas;
  • a melhora dos resultados obtidos com as próteses dentárias;
  • a correção de gengivas acinzentadas ao redor de implantes dentários;
  • a prevenção de retração em pessoas que possuem uma gengiva muito fina.

Existe alguma restrição para a realização do enxerto gengival?

Algumas condições bucais são determinantes para possibilitar a realização de um enxerto. Conheça quais são os fatores que restringem essa cirurgia:

  • perda de papilas gengivais;
  • dentes em posição inadequada ou tortos;
  • placa bacteriana, gengivite e periodontite, causados pela falta de higiene bucal; 
  • retração severa da gengiva.

Além disso, o biotipo da gengiva também é um fator que interferente para o sucesso de um enxerto. Não existem problemas no procedimento para pessoas que possuem gengivas bem grossas e firmes.

Os pacientes de gengiva fina, no entanto, estão associados a situações de recidivas e necessidade de repetir o procedimento. Nesses casos, é preciso escolher uma técnica diferenciada — mas nada que impeça a realização da cirurgia.

Como a cirurgia é realizada?

O pré-operatório

A única exigência é que, alguns dias antes de passar pelo procedimento, o paciente inicie o tratamento estabelecido pelo dentista com medicamentos anti-inflamatórios, os quais vão inibir essa reação fisiológica. O uso desses medicamentos se estende até o pós-operatório.

A cirurgia

Existem diferentes técnicas para a realização do procedimento, o qual costuma ocorrer em duas fases distintas: uma para a coleta de tecido e outra para o enxerto propriamente dito. Confira a seguir quais são os tipos de enxerto que podem ser utilizados.

Enxerto gengival livre

Nessa técnica, são utilizadas porções de gengiva distantes do local que receberá a transferência. A região mais apta para a coleta é o palato (céu da boca), que possui gengivas em qualidade e quantidade suficiente. Um ponto negativo dessa técnica é que ela gera cicatrizes e colorações diferentes na gengiva, sendo indicada apenas para tratamentos não estéticos.

Enxerto de tecido conjuntivo

Esse tipo de enxerto não provoca os problemas de cicatrizes e coloração. Utilizando a parte interna da gengiva para o enxerto, essa técnica é ideal para corrigir a estética de gengivas retraídas e raízes aparentes.

Enxerto de gengiva pediculado

Indicado para procedimentos menores, o tecido retirado na técnica é proveniente do dente lateral à raiz que será recoberta.

Enxerto de origem animal

Não aprovada no Brasil, essa técnica é utilizada apenas na Europa e nos Estados Unidos. Com a desvantagem dos riscos de contaminação, os enxertos de origem animal apresentam o benefício de eliminar a etapa de coleta de tecido para  transferência.

Enxerto biossintético

Apesar dos avanços tecnológicos desses materiais, a utilização de enxertos biossintéticos ainda precisa evoluir bastante para atingir um nível adequado de recuperação de volumes maiores de gengiva.

Todo o procedimento é realizado sob anestesia, ou seja, é completamente indolor. O local em que foi retirado o tecido doador é suturado (feito pontos), assim como a região que recebeu o enxerto, a qual é recoberta ainda por cimento cirúrgico, um produto que serve como uma barreira de proteção.

O pós-operatório

Após passar por um enxerto gengival, o paciente deve tomar alguns cuidados importantes para que o tecido enxertado não sofra deslocamentos. Para isso, o paciente será restrito de movimentar excessivamente os seus lábios por sete dias e deverá voltar ao consultório odontológico pelo menos duas vezes nesse período para que a limpeza do local seja efetuada.

Passada a primeira semana de pós-operatório, o paciente já pode retomar a sua escovação habitual. Nos primeiros sete dias, também é recomendado que o paciente permaneça em repouso, com suspensão de atividades ocupacionais e sociais.

Além disso, existem algumas recomendações quanto aos alimentos que podem ser consumidos, as quais excluem comidas muito rígidas e quentes nas duas primeiras semanas após o procedimento para evitar inchaços, sangramentos e para que os pontos não arrebentem.

Sentir algum desconforto na região em que foi coletada a gengiva é uma situação bastante frequente, mas o local que recebeu a transferência de tecido raramente manifesta dor. Ademais, o período de pós-operatório é simples e raramente provoca complicações como infecção ou inflamação.

A cicatrização

A cicatrização acontece em duas fases diferentes. Nas primeiras três semanas de pós-operatório, um pouco de inflamação no local é visível, a qual cessa após esse período. Quarenta e cinco dias após passar pelo procedimento, já não há nenhum vestígio de que a cirurgia de enxerto gengival foi realizada.

No entanto, apenas após 120 dias, ou seja, quatro meses, é que o paciente está liberado para realizar procedimentos odontológicos como a inserção de lentes de contato, facetas laminadas dentais ou implantes osteointegrados, os quais exigem uma maturação definitiva do tecido.

Passar por uma cirurgia de enxerto gengival é a solução para recuperar uma gengiva que foi afetada funcional e esteticamente. Além disso, essa técnica pode ser utilizada como uma etapa de preparação para a realização de procedimentos odontológicos como o implante, o qual fornece um sorriso bonito, harmonioso e uma dose de autoestima e qualidade de vida para o paciente.

Agora que você já descobriu tudo sobre o enxerto gengival, que tal saber mais sobre outro tipo de procedimento: o enxerto ósseo? Confira agora mesmo o nosso artigo sobre o assunto! Você vai adorar!