Quem tem a língua presa sabe como é difícil conviver com ela. Além de prejudicar a fala, a prega de tecido fibroso dificulta a mastigação e pode gerar lesões na boca. Porém, temos uma boa notícia: é possível solucionar esse problema por meio de uma cirurgia de freio lingual, também conhecida como frenectomia.

Esse procedimento trata-se da realização de um corte no freio presente na região inferior da língua, a qual apresenta uma deformidade. A incisão pode ser total ou parcial e tem o objetivo de alterar o nível de inserção na estrutura, reduzir o seu tamanho ou dividi-lo.

Quer descobrir mais detalhes sobre essa cirurgia? Continue a leitura e acompanhe o que separamos para você! Vamos lá?

O que é o freio lingual?

A membrana situada no ventre da língua — a parte de baixo — é chamada de freio lingual. Dependendo do seu tipo e forma de inserção, é necessário realizar a cirurgia para remover o tecido que provoca a língua presa.

Além disso, um segundo tipo de freio também pode existir na boca: o labial. Localizado na linha mediana, pode ocorrer tanto no lábio superior como inferior e, para solucioná-lo, uma frenectomia labial deve ser realizada.

Como o procedimento é feito?

A cirurgia de frenectomia lingual é muito simples e feita sob anestesia local, o que impede que o paciente sinta dor. Atualmente, ela pode ser realizada por meio de duas técnicas diferentes.

Cirurgia convencional

Nessa técnica, o freio lingual é seccionado com um bisturi e suturado com pontos reabsorvíveis ou convencionais, os quais devem ser removidos entre 7 e 10 dias.

Cirurgia com bisturi elétrico

Neste caso, o instrumento utilizado para cortar o freio lingual é o bisturi elétrico. Com ele, o tempo de cirurgia é reduzido, pois, além de cortar, também promove a coagulação e a cauterização imediata do local seccionado.

Dessa forma, a recuperação do paciente é acelerada, pois também diminui a ocorrência de edema. Por fim, outro ponto positivo da técnica é que não há a necessidade de sutura do local.

Quando esse procedimento é indicado?

A cirurgia de freio lingual deve ser realizada sempre que a condição gerar complicações ao paciente, entre elas:

  • alterações na fala, o que pode resultar em bullying, especialmente durante a infância e a adolescência;
  • dificuldades de mastigação e, no caso dos bebês, da sucção do leite materno;
  • lesões no freio devido o atrito com os dentes, o que pode causar muita dor.

Que cuidados tomar após a cirurgia?

A recuperação da cirurgia de frenectomia é rápida e não exige repouso no pós-operatório. No entanto, como qualquer outro procedimento cirúrgico, é preciso seguir alguns passos para que a cicatrização seja favorecida:

  • faça uma dieta pastosa e evite comer alimentos muito duros nos primeiros dias, comidas quentes também devem ser retiradas do cardápio;
  • cumpra todos os cuidados referentes a higiene oral — escovação, fio dental e enxaguante bucal antisséptico — e, na região da cirurgia, escove com menos pressão;
  • tome a medicação prescrita pelo seu dentista, que inclui anti-inflamatórios e analgésicos, na dosagem e tempo correto.

E aí, entendeu melhor como é uma cirurgia de freio lingual? Viu só como é um procedimento simples e de fácil recuperação? Por isso, não há motivos para ter medo. Agora, que tal procurar uma clínica odontológica para realizar o seu procedimento?

Entre em contato conosco e marque uma avaliação para colocar um fim na sua língua presa!

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Talvez você já saiba usar, mas você conhece os tipos de fio dental? Esse item, aliado a uma boa escova de dente e ao enxaguante bucal ideal, é indispensável para quem quer manter a boca livre do tártaro e do acúmulo de placa bacteriana.

Mesmo com algumas diferenças, todo fio dental é igualmente eficaz. A diferença está no fato de que algumas pessoas têm a gengiva mais sensível e outras têm um espaçamento mínimo entre os dentes, por exemplo, exigindo cuidados específicos para um uso mais confortável.

Quer conhecer as principais variedades? Acompanhe a leitura e veja que tipo de fio dental é o mais indicado para você!

A importância do uso do fio dental

O fio dental ajuda a retirar os restos de alimentos e a placa bacteriana que se alojam entre os dentes, nos espaços que a escova não consegue alcançar. Dessa forma, é possível ter uma higiene mais eficiente, evitando alguns problemas, como o mau hálito, a gengivite e a formação de cáries.

Deve ser usado todos os dias, pelo menos uma vez. Pacientes com aparelho ortodôntico devem utilizar mais vezes ao longo do dia.

Os principais tipos de fio dental

Embora existam vários tipos disponíveis no mercado, os principais são os seguintes:

Monofilamentoso

Como o próprio nome sugere, só tem um filamento, sendo mais fino que a maioria. Tem uma chance mais baixa de se romper ou desfiar, e é indicado para pessoas com pouco espaço entre os dentes.

Multifilamentoso

Contém vários fios de nylon que, por se abrirem, conseguem alcançar uma área maior. No entanto, suas fibras são frágeis, apresentando maior chance de se desfiarem. Pessoas que apresentam espaçamento maior entre os dentes se adaptam melhor a esse tipo.

Super Floss

Vem acompanhado de utensílios que auxiliam a inserção em locais mais difíceis, assim, é bastante apropriado para usuários de aparelhos ortodônticos e pessoas com implantes dentários. Tem três partes: uma mais rígida, uma rede de fibras esponjosas (útil para a limpeza das faces interproximais) e o fio regular (para a limpeza da linha gengival).

Fio com haste

Vem com uma ferramenta de plástico para facilitar seu uso. Uma ponta curva fica presa a um pedaço de fio e em outra ponta existe um palito para retirar grandes pedaços de resto de alimento. Ajuda a alcançar, principalmente, os dentes do fundo.

O modo correto de usar o fio dental

É aconselhável usar o fio pelo menos uma vez ao dia e, de preferência, antes de dormir, pois é quando a menor produção de saliva faz com que as chances do desenvolvimento da cárie sejam maiores.

Corte um pedaço de fio de, aproximadamente, 40 centímetros. Cada extremidade deve ser enrolada entre os dedos indicador e polegar, deixando apenas um pedaço livre. O movimento é em formato de “U”, passando próximo à gengiva e também em todo o espaço entre os dentes.

Usar o fio dental é fundamental para manter a higiene e a saúde bucal. Agora que você já conhece os vários tipos de fio dental disponíveis no mercado fica mais fácil escolher o ideal. Lembre-se de também pedir orientação ao seu dentista, pois ele é o profissional mais indicado para auxiliar nesse sentido.

Manter o sorriso bonito é bom! Assim, que tal saber mais sobre clareamento dental?

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O tratamento de implante dentário, que recupera sorrisos e aumenta a qualidade de vida de uma pessoa, está cada vez mais próximo da realidade da população brasileira. Todavia, ao mesmo tempo, que a sua popularidade sobe, as dúvidas sobre o procedimento também aumentam. Uma delas é: existe rejeição de implante?

Para responder essa pergunta, fizemos este post explicativo que vai acabar com esse mito sobre o assunto. Acompanhe!

O implante dentário pode ser rejeitado?

Primeiramente, é importante destacar que, com o avanço das tecnologias para implantes, as técnicas e materiais utilizados estão cada vez mais modernos. Os pinos implantados na cirurgia — confeccionados em titânio — não sofrem nenhum tipo de corrosão. São inertes e completamente biocompatíveis com o organismo humano. Eles se integram aos tecidos como se fossem parte dele.

Isso significa que o corpo não desencadeia nenhuma reação imunológica para expulsar o material e, portanto, podemos concluir que não existe rejeição de implante dentário.

O que pode ocasionar a perda de um implante?

Apesar de a rejeição ser um fator descartado quando o assunto é implantes, existem outras condições que podem resultar no insucesso desse tratamento. O que acontece com uma frequência muito baixa. Mas uma delas é a ocorrência de infecção após a inserção dos pinos de titânio. Isso acontece devido à presença e proliferação de bactérias na região da cirurgia.

Para evitar essa situação, é indispensável seguir todas as orientações e cuidados referentes à higiene bucal. Assim, é possível evitar que as bactérias entrem nos pontos e resultem na necessidade de retirar os pinos.

Outra condição que pode causar a perda dos implantes é o hábito de fumar. Algumas substâncias presentes no cigarro afetam negativamente o processo de osseointegração e cicatrização dos tecidos. Isso impede que o tratamento seja concluído.

Pacientes com doenças crônicas descontroladas, como a diabetes, que afetam a cicatrização dos ossos, também podem enfrentar complicações quanto aos implantes dentários recém-instalados.

Por fim, não podemos descartar que, se os pinos utilizados para o implante não forem de titânio, uma rejeição pode, sim, acontecer. Ademais, técnicas cirúrgicas inapropriadas também resultar na necessidade de retirar os pinos.

Como evitar a rejeição do implante?

Para garantir que o seu tratamento de implante dentário dará certo e será 100% seguro, é muito importante seguir à risca todas as recomendações para o pré e pós-operatório feitas pelo seu dentista.

Como foi possível verificar ao longo deste artigo, medidas muito simples podem ser tomadas. Cuidados com a higiene bucal, parar de fumar e fazer exames pré-operatórios são o suficiente para evitar a perda de um implante dentário são importantes.

Ademais, contar com uma clínica odontológica de confiança, com profissionais capacitados é essencial. Um cuidado a mais que deve ser tomado na hora de escolher onde fazer esse tratamento.

Portanto, agora que você já sabe que não existe rejeição de implante dentário pelo organismo e que os insucessos são raros e podem ser evitados. Não deixe de fazer esse tratamento tão benéfico para a sua vida!

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Procurando atender de forma especial o público de mais idade, a odontogeriatria é um ramo dentro da odontologia que cuida de alguns conteúdos direcionados a um perfil mais idoso. Surgiu nos EUA, por volta dos anos 60, foi reconhecida academicamente nos anos 80 e chegou ao Brasil no século XX. Entre os temas dedicados na área estão: perda da tonicidade da língua e diminuição da sensibilidade gustativa.

Toda essa especialidade vai ao encontro da realidade no país. De acordo com o IBGE, a população idosa vem aumentando: de 1950 a 2025 será de até 16 vezes. Assim, nada mais apropriado do que oferecer algo de acordo com as necessidades das pessoas.

Leia o texto para ter mais informações sobre as competências e problemas tratados pela odontogeriatria!

Perda da tonicidade da língua

Assim como os demais músculos do corpo, com o passar dos anos a língua perde a rigidez, o que faz com que suas funcionalidades se deteriorem. Isso quer dizer que as capacidades da pessoa, como a de falar ou de se alimentar, ficam prejudicadas. Um especialista, como o odontogeriatra, é capaz de auxiliar o idoso a ter mais qualidade de vida.

Diminuição da sensibilidade gustativa

Outra mudança que a idade traz é a da capacidade de sentir o sabor dos alimentos. Com o tempo as pupilas gustativas vão diminuindo, fazendo com que a pessoa tenha vontade de usar mais tempero na comida e, muitas vezes, prejudiciais, como o sal e o açúcar. A orientação do profissional pode auxiliar o paciente a lidar melhor e a entender esse aspecto. Em alguns casos ele pode atuar junto com um nutricionista.

Diminuição da produção de saliva

Essa característica colabora para certos problemas, como a halitose. Com isso, o especialista pode agir de maneira preventiva, oferecendo conforto e melhor saúde bucal a seu paciente. Sabe-se que o mau hálito é capaz de atuar negativamente na vida da pessoa, inclusive em sua autoestima.

Perda de dentes

Fatores como a necessidade de usar mais sal e açúcar nos alimentos, além da perda da destreza para auxiliar na higiene bucal, fazem com que a perda dos dentes se acelere. Mas dessa forma, é recomendado um dentista especializado na terceira idade para atuar de maneira a prevenir ou desacelerar esse processo.

É possível, inclusive, que o paciente precise aumentar suas visitas, além de ter um atendimento mais personalizado. As maiores dedicações também valem para os implantes dentários.

Doenças gengivais

Com a idade, ocorre um aumento na incidência de algumas patologias bucais, como doença gengival, o que permite que bactérias se proliferem na boca. Contudo, quando isso acontece é gerada uma facilidade para que elas migrem para a corrente sanguínea e colaborem com a ocorrência de febre reumática, doença que atinge e debilita o músculo cardíaco.

Todo o organismo está ligado aos dentes, por isso é fundamental uma boa saúde bucal. A odontogeriatria é, assim, capaz de fornecer a dedicação que o paciente da terceira idade necessita, atuando nas suas peculiaridades e permite que ele tenha mais qualidade de vida e bem-estar.

Gostou do texto? Ficou com alguma dúvida? Deixe um comentário no post que responderemos você!

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A baixa salivação em idosos é uma doença muito comum e costuma afetar mais mulheres do que homens. Esse problema, caracterizado por uma redução acentuada na produção de saliva, acontece devido a uma disfunção das glândulas salivares, as quais podem diminuir ou, até mesmo, interromper a sua atividade por completo.

Conhecida também com xerostomia (do grego xéros: seco e stoma: boca), essa condição é chamada, popularmente, de boca seca, e provoca sintomas nada agradáveis na cavidade oral, os quais podem afetar a qualidade de vida de uma pessoa de forma relevante.

Quer descobrir mais sobre a baixa salivação em idosos? Neste artigo, separamos os pontos mais importantes que você precisa conhecer sobre essa patologia. Continue a leitura e confira!

Qual a relação entre a baixa salivação e o avanço da idade?

Já está comprovado que a xerostomia atinge a população idosa em maiores proporções, mas isso não significa que o problema é uma consequência do envelhecimento.

Na verdade, uma pessoa mais velha tende a desenvolver a doença devido ao uso de medicamentos que diminuem a produção de saliva, como anticolinérgicos e antidepressivos.

Quais são os sintomas desse problema?

Fissuras na língua de pessoas idosas pode ser sintoma de baixa salivaçãoO principal sintoma é a mucosa oral seca, que pode ocorrer de maneira mais discreta, moderada ou extremamente grave. Além disso, a língua costuma apresentar uma fissura na superfície inferior, assim como as papilas filiformes ficam atrofiadas.

Como consequência dessa condição, outros sintomas também são desenvolvidos, como dificuldades na mastigação e deglutição, pois os alimentos podem aderir à mucosa com maior facilidade e gerar problemas na fala, além de candidose oral, placa bacteriana e cáries, porque a função de limpeza bucal e a atividade antimicrobiana da saliva ficam prejudicadas.

Ademais, o paciente também pode apresentar ardência e dor na língua, lábios muito secos e rachados, irritação na garganta e o terrível mau hálito. Todos esses sintomas prejudicam o bem-estar do paciente, além de afetarem também a sua convivência social e autoestima.

Existe tratamento para essa condição?

Apesar de difícil, existe, sim, tratamento para a xerostomia. Atualmente, as opções são paliativas, ou seja, não curam a doença, mas reduzem o desconforto gerado pela baixa salivação em idosos.

Confira quais são os tratamentos para boca seca:

  • administração de saliva artificial, uma solução com viscosidade muito semelhante à natural;

  • aumento da ingestão diária de água para deixar a boca mais molhada;

  • uso de gomas de mascar sem açúcar, que estimulam o fluxo de saliva;

  • utilização de medicamentos que aumentam a produção salivar, como a pilocarpina.

Como se prevenir?

Alguns hábitos de vida estão muito associados à diminuição e interrupção da produção de saliva, como o tabagismo e o consumo de álcool. Para prevenir essa doença, portanto, é importante evitá-los. Além de evitar a boca seca, você contribuirá para o bem da sua saúde em geral.

E aí, gostou de descobrir um pouco mais sobre a baixa salivação em idosos? Se você não tem essa doença, capriche nas medidas preventivas para evitá-la. Caso já tenha desenvolvido, procure um dentista para receber o melhor tratamento e solucionar o seu problema!

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A halitose, ou, na linguagem popular, o mau hálito, é uma situação que aflige parte da população. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), por volta de 40% das pessoas apresentam algum problema devido ao odor desagradável na boca.

Nem sempre essa condição significa doença. Muitas pessoas apresentam halitose ao acordar, por exemplo. No entanto, a presença de cáries e a má higiene bucal são grandes causas. Continue a leitura deste artigo e saiba quais são as razões do mau hálito e aprenda como preveni-lo e tratá-lo.

Quais são as causas da halitose?

O hálito desagradável tende a ser uma situação ruim para quem sofre do problema. Isso afeta a autoestima e as relações sociais. Além disso, quando a razão for devida a problemas mais sérios, pode afetar a saúde da pessoa. Uma cárie não tratada, por exemplo, pode levar a doenças no coração.

Nossa boca acumula bactérias de diferentes espécies que ajudam na digestão dos alimentos. Durante esse processo, substâncias são liberadas e, quando acontece alguma falha no processo, ocorre o mau cheiro, como o do gás sulfídrico. As principais causas do hálito ruim são:

  • Má higiene: a saburra, que se acumula na língua, ou o tártaro dos dentes pode provocar o odor ruim. Resíduos de alimentos acumulados nos dentes ou na dentadura também;
  • Cárie: é uma bactéria e, por isso, provoca o odor desagradável se não tratada;
  • Sinusite e amigdalite: as bactérias das infecções causam o cheiro ruim;
  • Gastrite e problemas digestivos: igualmente por bactérias, no entanto, essas estão presentes nos órgãos digestivos, como a H. pylori. O refluxo e o intestino preso também influenciam;
  • Diabetes: conhecido como hálito cetônico, devido a indisponibilidade da glicose;
  • Genética (proteína SELENBP1): afeta apenas pequena percentagem da população. São genes bacterianos que têm dificuldade de decompor o metanotiol;
  • Matinal: ocorre por falta de glicose, assim como no caso da diabates;
  • Imaginária: o indivíduo pensa apresentar mau hálito, mas não são encontrados sinais dessa característica;
  • Alimentação: cebola e alho, por exemplo, têm cheiros fortes e são transferidos para o pulmão, o que faz a pessoa expelir o cheiro ao respirar. O jejum prolongado é também prejudicial;
  • Cáseos amigdalianos: são pequenas bolinhas brancas que se alojam nas cavidades das amígdalas.

Como prevenir?

Quanto aos sintomas, muitas vezes a própria pessoa não sente que está com halitose, mas em alguns casos essa condição pode provocar uma sensação de gosto ruim na boca. Para prevenir, primeiro é fundamental a boa higiene bucal. O fio dental deve ser usado diariamente. A escovação deve ser realizada ao menos três vezes ao dia. Limpeza da língua e bochecho com antisséptico também fazem parte da limpeza.

O dentista deve ser consultado com regularidade, a depender das condições individuais. Uma vez ao ano é primordial. No entanto, quem tem próteses ou costuma apresentar outros problemas deve ir mais vezes. Ademais, a alimentação balanceada também faz diferença, portanto é aconselhado evitar longos períodos de jejum, além de comidas gordurosas e cigarros. O consumo de água precisa ser de 2 litros ao dia.

Como tratar o mau hálito?

O tratamento dependerá da causa. Um odontólogo pode ser consultado para fazer o diagnóstico e dar as melhores orientações. Cáries precisam ser eliminadas e outros problemas dentários, como gengivite e periodontite, terão uma intervenção diferente. No caso de problemas orgânicos, como estomacais ou diabetes, poderá ser necessário um trabalho conjunto com o médico especialista.

A halitose pode ser tratada e o paciente ter de volta seu bem-estar. No entanto, será preciso manter os bons cuidados de higiene durante toda a vida para que o problema não volte a incomodar.

Este artigo foi útil? Quer saber mais sobre o mau hálito? Então leia este próximo artigo sobre a gengivite!

Quando pensamos no que é preciso para manter uma boa higiene bucal, sempre lembramos da escovação. No entanto, assim como a escova de dente, o fio dental é essencial para evitar problemas e manter a saúde bucal em dia. Assim, é muito importante saber como usar o fio dental para auxiliar na limpeza dos dentes.

Ele remove restos de alimentos nas áreas onde a escova não alcança e elimina a placa bacteriana, responsável pelo aparecimento de cáries. Por isso, o hábito de utilizar fio dental deve ser seguido diariamente, no mínimo, 2 vezes ao dia.

Neste post, vamos mostrar como utilizar o fio dental de forma correta. Confira!

Como usar o fio dental corretamente?

Para utilizar o fio dental de maneira correta e eficiente, é importante seguir alguns passos.

Tamanho do fio

É bastante comum que as pessoas utilizem o fio dental depois da escovação dos dentes. Entretanto, o ideal é utilizá-lo antes da escovação, pois o flúor contido na pasta pode ter um alcance melhor entre os dentes, limpando de maneira mais eficiente. Para isso, enrole cerca de 40 centímetros de fio ao redor de cada dedo do meio.

Manuseio

Após enrolar o fio nos dedos, segure-o entre os dedões e os indicadores em cada mão, deslizando-o levemente para baixo e para cima entre os dentes. Repita o processo 2 vezes para cada lado, entre todos os dentes.

Região de aplicação

Passe o fio dental ao redor da base de cada dente. Além disso, ultrapasse a linha de junção da gengiva com o dente. Evite passar o fio na gengiva com força, pois é possível machucar ou cortar o tecido gengival.

Parte do fio

O ideal é limpar um dente por vez e evitar passar em dois ao mesmo tempo, pois isso resulta em uma limpeza pouco eficiente. Desenrole o fio e sempre use as partes limpas para no próximo dente.

Remoção do fio

Para removê-lo, use movimentos de trás para frente. Por fim, enxágue a boca com um enxaguante bucal, pois isso ajuda a remover os restos de partículas que ainda possam se acumular na boca.

Quais são os principais tipos de fio dental?

Cada pessoa se adapta melhor a um tipo de fio dental específico. Assim, os principais tipos que são encontrados nos mercados e farmácias são:

  • fio de filamento único, que apresenta maior resistência, além de ser mais achatado e fino. Isso pode impedir que ele se desfie ou se parta durante o uso e é indicado para pessoas com dentes mais juntos;
  • fio de múltiplos filamentos, que é o mais tradicional. Além disso, existem versões com sabor;
  • fio super floss, que consiste em um fio com uma parte mais flexível e firme, outra mais esponjosa e grossa e, por último, uma com o fio normal. Ele é indicado para pessoas que têm espaços maiores entre os dentes.

Como vimos, é muito importante saber como usar o fio dental, pois ele é responsável por retirar a placa bacteriana e pela remoção de restos de alimentos. Por isso, é essencial iniciar essa prática ainda na infância, para que se evite cáries e outros problemas no futuro.

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O freio labial é uma dobra da mucosa que liga a bochecha e o lábio à gengiva e à mucosa alveolar. Suas principais funções são promover a estabilização na linha média, limitar os movimentos do lábio e impedir a exposição excessiva do tecido gengival. Em alguns casos, ele pode provocar um espaçamento entre os dentes, por isso, muitas pessoas optam pela cirurgia.

A cirurgia de freio labial, também conhecida como frenectomia labial, consiste em cortar e remover o freio para a correção do problema. Ela também é indicada para as pessoas que apresentam um excesso dessa estrutura. O procedimento pode ser feito tanto na parte superior quanto na parte inferior da boca.

Neste post, vamos explicar quais são os tipos de frenectomia labial e mostrar como funciona esse procedimento. Confira!

Quais são os tipos de freios?

Em odontologia, existem 2 tipos de freios:

  • freio lingual: localizado por baixo da língua, inserindo-se desde a língua até o assoalho da boca;
  • freios labiais (inferior e superior): localizados na linha mediana, são vistos quando abaixamos o lábio inferior ou levantamos o superior. Eles se estendem desde a gengiva frontal até o interior do lábio, tanto no maxilar inferior quanto no superior.

Lateralmente aos freios labiais, existem outras pregas mais largas, conhecidas como bridas, que são bastante semelhantes aos freios. As principais diferenças são suas dimensões em largura e localização.

Como ocorre a cirurgia de frenectomia labial?

O aspecto normal do freio labial é de uma estrutura pequena e fina, entre os incisivos centrais. Algumas anomalias na posição dos freios podem afetar a fonação, interferir na mímica facial, prejudicar a movimentação do lábio, entre outras.

Por isso, é muito importante realizar um exame clínico detalhado, além de uma análise radiográfica para a avaliação do tecido ósseo. Isso é essencial para determinar o tratamento adequado para cada situação.

A cirurgia de frenectomia labial é simples e pode ser feita de duas formas distintas. Confira, a seguir, quais são elas.

Cirurgia convencional

Nesse caso, o procedimento é feito com anestesia local e utiliza-se um bisturi, sendo feitas incisões na secção do freio com o objetivo de removê-lo parcial ou totalmente. Após a cirurgia, é feita a sutura dos tecidos moles utilizando pontos.

Cirurgia com bisturi elétrico

Nesse caso, é utilizado um bisturi elétrico que permite reduzir o tempo de cirurgia, pois o objeto permite cortar e promover a coagulação imediata.

Além disso, é possível reduzir o edema e o trauma dos tecidos moles devido a ausência de pontos de sutura. Por isso, o pós-operatório nesse tipo de procedimento é mais tranquilo.

Como vimos, a cirurgia de frenectomia labial é um procedimento bastante tranquilo, que pode melhorar a fonação e a movimentação dos lábios. Assim, para que o resultado seja satisfatório, é preciso usar um aparelho ortodôntico que ajudará a fechar o diastema. Para obter o melhor resultado, não se esqueça de marcar uma consulta com um dentista especializado.

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