Bem-vindo à nossa seção dedicada aos Implantes Dentários, uma solução avançada e eficaz para substituir dentes perdidos e restaurar a funcionalidade e estética do seu sorriso. Aqui, você encontrará uma ampla gama de artigos, guias e informações especializadas sobre implantes dentários, projetados para esclarecer dúvidas e fornecer informações detalhadas tanto para pacientes quanto para profissionais da odontologia.
Entendendo o Implante Dentário
Nesta seção, exploramos o que são os implantes dentários, como funcionam e quais são os benefícios que oferecem. Um implante dentário é uma estrutura de titânio colocada cirurgicamente no osso maxilar para servir como base para a colocação de uma coroa dentária artificial. Descubra como os implantes podem restaurar a funcionalidade completa dos dentes, melhorar a estética e aumentar sua qualidade de vida.
Procedimento de Colocação de Implante Dentário Nesta seção, descrevemos o processo completo de colocação de um implante dentário, desde a consulta inicial até a conclusão do tratamento. Aprenda sobre as etapas envolvidas, incluindo a avaliação inicial, a cirurgia para inserção do implante, o período de osseointegração e a colocação da coroa final. Nossos artigos fornecem uma visão clara do que esperar durante todo o processo.
Cuidados e manutenção dos Implantes Dentários
Manter seus implantes dentários em boas condições é essencial para garantir a durabilidade e a funcionalidade a longo prazo. Aqui, você encontrará orientações sobre como cuidar dos seus implantes, incluindo dicas de higiene bucal, visitas regulares ao dentista e cuidados com a alimentação. Descubra como prevenir complicações e garantir a longevidade do seu implante.
Avanços tecnológicos em Implantes Dentários
A tecnologia tem trazido avanços significativos para o campo dos implantes dentários. Nesta seção, exploramos inovações como planejamento digital com imagens 3D, técnicas minimamente invasivas e novos materiais que estão aprimorando a precisão e o sucesso dos tratamentos. Fique atualizado sobre as últimas tendências e como elas podem beneficiar seu tratamento de implante dentário.
Perguntas frequentes e mitos sobre Implantes Dentários
Implantes dentários podem gerar muitas perguntas e mitos. Nossa missão é esclarecer essas questões com artigos que respondem às perguntas mais frequentes e desmistificam concepções errôneas. Desde a durabilidade e conforto dos implantes até o processo de cicatrização, fornecemos informações baseadas em evidências para ajudar você a entender melhor o tratamento.
Por que acompanhar nosso blog sobre Implante Dentário?
Nosso blog sobre Implantes Dentários é uma fonte confiável de conhecimento para quem deseja aprender mais sobre essa solução avançada para dentes perdidos. Com uma equipe de especialistas dedicados, garantimos que cada artigo seja fundamentado em pesquisas atualizadas e práticas odontológicas reconhecidas. Se você está considerando implantes dentários ou é um profissional buscando informações detalhadas, este é o local ideal para se informar e tomar decisões bem fundamentadas.

Só quem convive com a falta de dentes sabe como isso é difícil. Atualmente, o implante é a melhor opção para solucionar esse problema. No entanto, antes de passar pelo procedimento, muitos pacientes têm dúvidas e receios. O principal deles, certamente, envolve a rejeição de implantes dentários.

Em primeiro lugar, é importante destacar que a perda de um implante não ocorre tão facilmente. Para acontecer, uma associação de fatores precisa estar presente. Além disso, a taxa de sucesso da cirurgia é alta — em torno de 98% — o que indica que, com um bom profissional, o seu implante tem tudo para dar certo.

Quer descobrir quais são os riscos de rejeição e fatores que contribuem para essa situação? Continue a leitura e confira!

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Riscos de rejeição

A rejeição acontece quando um corpo estranho é identificado pelo sistema imunológico, o qual é ativado e inicia um processo de destruição e expulsão da substância.

No caso do implante dentário, isso não acontece. O pino utilizado como base e que é inserido no osso é produzido em titânio, material inerte e completamente compatível com o organismo.

A rejeição de implante dentário, portanto, envolve outro motivo: a osseointegração. A formação de tecido ósseo ao redor do implante é um processo natural do corpo para regenerar o osso perfurado durante a cirurgia, o qual dura, em média, de 4 a 6 meses.

Quando problemas impedem que essa etapa do tratamento seja concluída com sucesso, a perda do pino instalado pode acontecer. Confira, a seguir, o que pode provocar essa condição.

Problemas que impedem a osseointegração

Quando o pino não se integra ao osso, ele pode cair e, nesse processo, tanto fatores internos como externos contribuem para essa situação. Os principais deles são:

  • diabetes não controlada: essa doença crônica prejudica a cicatrização e, como consequência, provoca problemas na osseointegração;
  • doenças sistêmicas: pessoas que têm lúpus ou qualquer outra doença autoimune apresentam maior chance de infecções, o que afeta todo o processo;
  • tabagismo: fumar diminui a irrigação sanguínea, o que dificulta a formação de osso ao redor do pino de titânio;
  • doenças periodontais: podem gerar infecções e perda óssea e acontecem principalmente devido à falta de higiene bucal;
  • quantidade insuficiente de massa óssea: pessoas nessa situação precisam de enxerto, caso contrário, a rejeição de implantes dentários pode acontecer.

Ademais, em alguns casos, pode ser necessário retirar o pino de titânio. Um exemplo disso é quando ele é instalado em um lugar inadequado, como perto de um nervo, e provoca transtornos ao paciente.

Formas de evitar a rejeição

Para garantir que nenhum problema afetará a sua recuperação e acabe provocando a perda do implante dentário, todo bom cirurgião-dentista pede uma bateria de exames com o objetivo de avaliar sua saúde antes de iniciar esse tratamento.

Entre eles está a radiografia panorâmica ou tomografias, a fim de avaliar a condição óssea do paciente, e exames de sangue, como dosagem de glicose.

Por esse motivo, é muito importante encontrar uma clínica odontológica de confiança e qualidade. Assim, é possível ter a garantia que a rejeição de implantes dentários não vai acontecer com você.

E aí, gostou do nosso post? Que tal descobrir mais sobre os implantes dentários? Leia nosso artigo e conheça mais sobre esse procedimento!

RT. CRO-GO-EPAO-425 C.D. Luis Francisco Coradazzi CRO-GO-CD-7747

Uma cirurgia de implante dentário é uma ótima alternativa para pessoas que não têm um ou mais dentes. Todavia, o procedimento não acaba após sair do consultório odontológico. Uma etapa muito importante para o sucesso do tratamento é a manutenção de implantes dentários.

Entre as medidas necessárias de manutenção, estão a higienização correta, os cuidados com a mastigação e, principalmente, as visitas regulares ao seu dentista. Assim, é possível preservar a sua saúde bucal e também a qualidade dos pinos e próteses instalados.

Quer conhecer quais são os principais benefícios de realizar a manutenção dos seus implantes dentários? Confira agora mesmo quais são eles!

Durabilidade do implante

Fazer a manutenção de implantes dentários é o que determina a durabilidade desse tratamento. Nesse sentido, a higienização diária é certamente um ponto de destaque.

Se o paciente realizar a limpeza correta da sua boca diariamente e os implantes dentários forem inspecionados regularmente por um dentista, eles podem durar por muitos anos. Caso contrário, a quantidade de tempo que eles podem permanecer na sua boca de maneira saudável diminui.

Por esse motivo, é fundamental tomar todos os cuidados com a higienização das gengivas, língua, dentes naturais e protéticos.

Estética do implante

Uma das consequências da falta de higiene bucal é o surgimento de placa bacteriana, que afeta a estética do implante.

Por isso, é muito importante retornar ao consultório odontológico periodicamente para que o profissional avalie as condições do seu implante e recomende o tratamento ideal, como uma limpeza ou uso de placas de silicone para o bruxismo. Assim, é possível preservar um visual adequado do seu sorriso.

Prevenção de perda óssea

Uma consequência da placa bacteriana é a periimplantite, doença que causa a inflamação do tecido ao redor do implante e que pode provocar perda de óssea e exposição dos pinos instalados.

Novamente, a higienização volta a ser destaque como fator essencial para a qualidade contínua do seu implante. Em casos em que a placa já se desenvolveu, as visitas ao dentista são a solução para que o tratamento adequado seja aplicado e evite complicações, como a perda do implante e a impossibilidade de reinstalá-lo.

Possibilidade de fratura da prótese

Algumas situações de negligência nos cuidados após realizar um implante podem levar à necessidade de trocar as peças instaladas.

Entre elas, estão a mastigação de alimentos ou objetos muito duros, ou também traumatismos causados por acidentes esportivos, automobilísticos, ou por agressão, que pode causar a fratura da prótese.

Outra causa de fratura de implante são hábitos parafuncionais, tal como o bruxismo, onde o paciente involuntariamente range ou aperta os dentes durante o sono.

Nesses casos, somente o dentista pode identificar os danos e aplicar medidas de prevenção para evitar estragos ainda maiores. Além disso, quando é preciso trocar peças, somente o profissional saberá identificar essa necessidade.

A manutenção de implantes dentários, portanto, é indispensável. Por esse motivo, higienize muito bem a sua boca após passar por esse procedimento e não deixe de se consultar periodicamente com o seu dentista. Dessa forma, você estará garantindo que seus implantes ficarão preservados por muito tempo e que a sua saúde oral ficará sempre em dia.

E aí, gostou do nosso artigo? Agende a sua avaliação!

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A dentadura fixa sobre implantes, também chamada de prótese protocolo sobre implantes, é uma possibilidade para quem sofre com a perda dentária completa e precisa passar por uma reabilitação oral. Esse processo consiste em uma série de tratamentos odontológicos cirúrgicos e protéticos que, quando realizados em conjunto, recuperam a saúde bucal estética e funcional do paciente.

Quer descobrir mais sobre o assunto? Neste artigo, separamos algumas das informações relevantes para você! Acompanhe!

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Quais são os principais objetivos da reabilitação oral?

Quando uma pessoa perde todos os seus dentes, passar por um processo de reabilitação oral é fundamental para recuperar o sorriso, a autoestima, o poder de mastigação e a saúde bucal e geral.

Por isso, a instalação de uma dentadura fixa sobre implantes tem como objetivo principal restaurar a qualidade de vida do paciente. Aliás, esse tipo de reabilitação já é uma das áreas que mais cresce no ramo da odontologia.  

Qual é a sua importância?

A reabilitação oral por meio do implante traz de volta ao paciente a possibilidade de sorrir sem restrições, o que consequentemente melhora o seu convívio social e seus relacionamentos.

Além disso, a instalação de uma prótese protocolo, a qual é realizada utilizando técnicas modernas e eficazes para um procedimento de qualidade. Recupera por completo a mastigação do paciente e elimina o desconforto de utilizar uma dentadura móvel.

Que técnicas são utilizadas?

A reabilitação oral com prótese protocolo é a técnica mais recomendada para quem não possui nenhum dente. Antes de realizar esse procedimento, no entanto, é indicado que o paciente passe por tratamentos complementares. Como  extração de dentes infeccionados ou podres que ainda estejam presentes na arcada dentária. 

Por esse motivo, é muito importante que a reabilitação seja planejada com antecedência e por uma equipe odontológica multiprofissional. Além disso, para que você usufrua dos melhores resultados possíveis, é indispensável que o cirurgião-dentista seja especializado em implantodontia. Tenha experiência e seja reconhecido no mercado.

Dentadura fixa

No caso da dentadura fixa, uma prótese é elaborada conforme um molde exato da boca do paciente. Após a instalação de 4 a 8 implantes dentários nas arcadas superior e inferior, a dentadura é fixada, a qual só pode ser removida pelo dentista.

Isso garante a estabilidade necessária para o paciente para suas atividades da rotina, muito semelhante à sensação que ele tinha com os seus dentes naturais.

Quais são as novidades na área de implantes?

A cirurgia guiada é uma técnica menos invasiva e um dos maiores avanços na área da implantodontia. Nela, um planejamento através de tomografia e guias cirúrgicos são utilizado para orientar o cirurgião-dentista. O que faz com que as incisões realizadas na boca do paciente sejam menores.

Isso porque essa tecnologia fornece ao dentista uma visão completa da estrutura anatômica bucal. Assim, esse profissional consegue identificar exatamente quais são os pontos para fixação do implante e da prótese fixa.

A dentadura fixa, portanto, é uma ótima opção para reabilitação oral de um paciente. Se você está nessa situação, não deixe de procurar uma clínica odontológica de confiança para passar por um tratamento completo e de qualidade.

Gostou do nosso post? Então, temos certeza que você vai gostar de ler mais sobre implante dentário em idosos. Vamos lá?

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Implantes dentários são peças fixadas sobre a mandíbula, fazendo o papel de uma raiz, para firmar os dentes. No procedimento, o paciente precisa de anestesia, já que é feita uma intervenção para colocá-las em cima do osso.

Apesar de não ser uma cirurgia complexa, é prudente fazer algumas análises antes, a fim de verificar a probabilidade de sucesso do procedimento. A partir dessa investigação, pode ser que o dentista perceba que a pessoa não está apta.

Quando um paciente chega ao consultório do dentista com a intenção de realizar o procedimento de implante, um dos primeiros sinais que o profissional costuma analisar é a motivação dessa pessoa. Isso pode indicar que a cirurgia terá êxito e os devidos cuidados serão tomados nos dias seguintes.

Além disso, existem algumas contraindicações que impedem a continuidade da operação. Continue a leitura e veja quais são os casos de risco!

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Falta de higiene oral

Após o procedimento, os cuidados com a escovação e a limpeza em geral devem ser constantes. Com o implante, os riscos de uma infecção ou periodontite são maiores. Em uma situação assim, o aconselhável é o paciente conseguir mudar os seus hábitos primeiro.

Ausência de espaço

O implante é fixado no osso, no espaço entre dois dentes. Se não há espaço suficiente para a instalação do implante e da coroa de protética, é conveniente pensar em outras alternativas, como o tratamento ortodôntico  prévio, para a criação de um espaço adequado para a reabilitação.

Idade insuficiente

Por estarem ainda em fase de crescimento, a estrutura óssea dos jovens ainda não está apta a esse tipo de tratamento com implantes dentários. Isso ocorre devido as alterações de posição ocasionadas pelo crescimento ósseo dos maxilares, sendo necessário aguardar o termino do crescimento, que ocorre por volta dos 17 anos de idade, para iniciar o tratamento.

Diabetes descuidada

Quando a diabetes não esta controlada, a pessoa tende a ter problemas com a cicatrização. Isso pode prejudicar o pós-operatório, causando transtornos ainda maiores como a perda do implante. Porém, quando a doença esta controlada,  não há impedimentos para a realização do tratamento.

Tabagismo

Nem todo fumante está proibido de passar por um tratamento com implantes dentários. Depende da quantidade de cigarros que fuma por dia, dos resultados de seus exames e de como serão os cuidados com a higiene. Na maioria das vezes, em qualquer cirurgia oral, a pessoa precisa ficar alguns dias sem fumar.

Tumores

Durante a fase de tratamento de um tumor, a pessoa pode ficar muito debilitada, o que é desaconselhável para uma cirurgia assim. Após, o dentista pode avaliar a situação, pois cada caso é único.

Osteoporose

 Nem todos que apresentam essa condição estão inaptos ao tratamento, mas o profissional precisa fazer uma investigação inicial mais cuidadosa para fazer um correto diagnóstico e plano de tratamento.

Existem ainda outras patologias que podem impedir momentaneamente o procedimento, como hipertensão, doenças do coração, infecções de qualquer espécie. Cada uma delas interfere durante a cirurgia ou oferece chance de causar um transtorno posterior.

Antes de fazer os implantes dentários, é muito importante que a pessoa procure uma clínica especializada, de total confiança, com o interesse de apurar com prudência a sua condição real e todos os possíveis riscos, ou avaliar se está dentro dessas contraindicações.

Em caso de dúvidas, entre em contato com o Centro de Cirurgia Oral. Estamos sempre dispostos a atendê-lo!

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O diabetes é uma doença crônica definida pelo aumento das taxas de glicose no sangue e, como consequência, provoca dificuldades de cicatrização e algumas limitações na vida dos pacientes. Mas e o implante dentário em diabéticos, será que entra nessa lista?

Alguns tratamentos invasivos não podem ser realizados por pessoas com diabetes, o que torna a pergunta anterior bastante frequente entre esses pacientes.

Se você está nessa situação, continue a leitura! Neste artigo, vamos esclarecer se um paciente com diabetes pode ou não fazer um implante. Acompanhe!

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Posso fazer um implante dentário se sou diabético?

Se você deseja colocar implantes dentários, mas tem diabetes, temos uma boa notícia: sim, é possível realizar esse procedimento. Todavia, existem alguns cuidados que precisam ser tomados para que o procedimento seja feito com segurança e atinja o resultado esperado.

Quais são os cuidados necessários?

No pré-operatório

Antes de iniciar o tratamento com implantes dentários, o recomendado é que o paciente diabético consulte seu endocrinologista. Com acompanhamento médico, é possível controlar essa doença e, assim, melhorar o processo de cicatrização.

Com as taxas de açúcar no sangue controladas, todas as etapas do tratamento com implante dentário em diabéticos se torna muito parecida com as que ocorrem nos pacientes que não têm essa doença.

Na cirurgia

O procedimento para inserir os pinos de titânio é um pouco mais delicado em pacientes diabéticos.  Existem implantes de titânio com tratamento de superfície hidrofílica, que permitem uma cicatrização mais eficiente do osso ao redor do implante, especialmente indicados para esses pacientes. A orientação é que a cirurgia seja realizada nas primeiras horas da manhã, pois, nesse período do dia, o nível de glicose no sangue está mais baixo.

No pós-operatório

Colocados os pinos de titânio, inicia a fase de osseointegração, um processo em que o tecido ósseo lesionado se recompõe ao redor do implante.

Nos pacientes diabéticos, essa etapa ocorre de forma mais lenta, especialmente se a doença não estiver controlada, quando pode durar até 6 meses.

Por esse motivo, cumprir uma rotina de higiene bucal é indispensável para evitar complicações nesse processo, como placa bacteriana e infecções, que podem prolongar ainda mais a sua recuperação.

Entre as exigências estão, no mínimo 3 escovações diárias — com uso de fio dental — e aplicação de enxaguante bucal no mínimo 2 vezes ao dia.

Após fixado o dente artificial ou a prótese, além da higiene realizada em casa, é necessário visitar o seu dentista a cada 6 meses para que ele faça limpezas nos dentes e gengivas.

Nessas consultas, o profissional também faz o acompanhamento da sua recuperação por meio de radiografias panorâmicas ou tomografias.

Se o seu diabetes não está controlado, o recomendado é que essas consultas aconteçam de 3 em 3 meses, para evitar problemas na cicatrização desencadeados por essa condição.

O implante dentário em diabéticos, portanto, pode ser realizado sim! No entanto, seguir todos os cuidados e recomendações é essencial para obter um resultado de sucesso e, assim, possibilitar que você recupere o sorriso que sempre sonhou.

Entre em contato conosco e inicie agora mesmo seu tratamento com implantes dentários!

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Ter o sorriso bonito é um fator indispensável para a autoestima, o que significa que a perda dos dentes pode afetar a vida de uma pessoa de maneira definitiva. Com o avanço da tecnologia, os recursos para recuperar a estética da arcada dentária estão cada vez mais avançados, e os implantes dentários estão incluídos nessa categoria.

Mas quanto você pagaria para recuperar o seu sorriso? O preço do implante dentário está cada vez mais acessível e, provavelmente, cabe no seu orçamento.

Reconstituir uma arcada dentária incompleta vai muito além da estética e autoestima desencadeada por um sorriso harmonioso. Os dentes são fundamentais para que a mastigação ideal dos alimentos seja realizada, o que interfere diretamente no bom funcionamento do sistema digestivo.

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Além disso, essas estruturas influenciam na fala, porque auxiliam os movimentos da boca e da língua para que os sons sejam gerados, e são importantes também para a correta abertura e fechamento da boca, que contam com a ajuda do encaixe perfeito das arcadas superior e inferior para a execução do movimento.

Assim, fazer um bom tratamento para recolocar os dentes que estão em falta é uma maneira de garantir a sua saúde bucal e geral, já que a autoestima desencadeada está relacionada com a forma como você convive com outras pessoas.

Está pensando em fazer um implante dentário mas ainda tem muitas dúvidas sobre detalhes do procedimento, principalmente sobre quanto custa um implante dentário  e o que afeta o seu preço?

Neste artigo, reunimos essas e outras informações importantes sobre os implantes, como o passo a passo, cuidados necessários e diversos outros pontos que precisam ser esclarecidos antes de passar por esse tratamento.

Para que serve o implante dentário?

Fazer um implante dentário é a melhor forma de substituir um dente, independentemente de ele ainda estar presente na boca, precisando ser extraído para isso ou se já  foi perdido em outras situações.

Ademais, esse tratamento é também uma ótima opção para substituir toda a arcada, quando no passado a única alternativa para essas pessoas era o uso de próteses móveis, as famosas dentaduras.

A cirurgia para a inserção do implante é fundamental quando os dentes naturais de uma pessoa estão podres, com as raízes prejudicadas, quando eles estão amolecidos e prestes a cair ou até mesmo quando já caíram há algum tempo.

Entre os pacientes que têm indicação para a cirurgia estão os que se encontram nas seguintes situações:

  • os que têm dentes com danos estéticos, como manchas escuras;
  • pacientes que apresentam problemas de mastigação;
  • quem possui dentes com raízes acometidas por doenças bucais, como as cáries em estágio avançado ou periodontite;
  • aqueles que já perderam seus dentes e utilizam outro método de substituição, como dentadura ou ponte;
  • quem precisa da correção de dentes posicionados de maneira inadequada.

Como visto, todos estão sujeitos a desenvolver condições que necessitam de um implante, seja por doenças bucais, seja pela higienização insuficiente de toda a cavidade oral, por acidentes que podem danificar a raiz, como uma queda ou outra situação de alto impacto, e até fatores genéticos que afetam o posicionamento dos dentes.

Nesses casos, o implante é a solução que oferece maior segurança e eficiência para que a saúde bucal do paciente seja recuperada.

O procedimento é a instalação de pinos cilíndricos de titânio na estrutura óssea, logo abaixo das gengivas, simulando a raiz de um dente. O titânio é um elemento químico compatível com os tecidos biológicos, ou seja, ele não provoca nenhuma reação adversa.

As próteses ou dentes substitutos são produzidos em cerâmica ou outro material resistente e semelhante à aparência dos dentes naturais, como porcelana ou resina. Apesar de envolver uma cirurgia, a inserção do implante é um procedimento muito simples, seguro e com índices elevados de sucesso.

Quais são os tipos de implante dentário?

Basicamente, existem quatro tipos de implantes, e a escolha da opção mais adequada varia de caso para caso. O profissional dentista é quem deve fazer toda a avaliação e decidir qual é o implante ideal para cada paciente. A seguir, separamos algumas informações sobre eles.

Implantes convencionais

Esse tipo de implante envolve a fixação dos cilindros de titânio nos ossos mandibular ou maxilar e recebe esse nome porque é a opção indicada na grande maioria dos casos. Além disso, é possível fazer um implante convencional em paciente com pouca estrutura óssea após ele passar por um procedimento de enxerto.

Implantes curtos

Utilizados em pacientes que não possuem quantidade suficiente de massa óssea, o implante curto é ideal para quem deseja passar pelo procedimento mas não quer fazer um enxerto ósseo.

Implantes zigomáticos

Nesse implante, os pinos são fixados no osso zigomático, sendo uma alternativa para pacientes que sofrem de reabsorção óssea severa do maxilar.

Ademais, em um tratamento de implante dentário, as próteses utilizadas também podem variar. Confira abaixo quais são elas.

Prótese protocolo ou fixa

Essa é a opção de implante mais recomendada para pacientes que possuem poucos ou nenhum dente e que desejam parar de usar dentadura, porque trata-se de um implante dentário total.

Ao contrário da prótese removível, a prótese fixa oferece muita segurança para os pacientes, porque é parafusada pelo dentista e não sofre deslocamentos quando movimentos de fala e mastigação são realizados.

A instalação desse tipo de implante dentário geralmente necessita de dois procedimentos realizados em dias diferentes: um para a retirada dos dentes que o paciente ainda possui e outro para a inserção dos cilindros de titânio. Nessa técnica, são colocados quatro pinos na arcada superior, dois de cada lado da boca, e outros quatro na inferior.

Apenas após a recuperação e passado o período de osteointegração é que a prótese fixa pode ser encaixada, devendo conter os dentes e a gengiva substituta, sendo construída especialmente para cada paciente sob um molde exato de sua boca.

Prótese overdenture

A prótese overdenture é total, porém removível, o que a diferencia da protocolo e facilita em muito a higienização. Além disso, essa modalidade de prótese sai mais em conta porque exige quantidade menor de pinos instalados, variando de dois a seis, contra os habituais oito pinos instalados para a prótese protocolo.

Assim como os outros tipos de implantes, a prótese overdenture também confere maior confiança e estabilidade ao paciente devido ao encaixe perfeito aos cilindros de titânio.

Implante unitário

O implante unitário é a opção ideal para aqueles pacientes que apresentam a falta de apenas um ou alguns dentes, sem afetar outras unidades que se encontram saudáveis, o que é a maior vantagem dessa técnica. Cada dente artificial é rosqueado sob um pino de titânio.

Que fatores afetam o preço do implante dentário?

Existem diversas condições que influenciam o valor desse procedimento. Primeiramente, o preço do implante dentário varia conforme o tipo de prótese e implante que será realizado. O número de dentes substitutos e a necessidade de realizar um enxerto ósseo também são fatores que podem multiplicar o preço final do tratamento.

Além disso, cada dentista pode estabelecer um preço diferente no seu consultório, o que depende da técnica aplicada (com ou sem cortes) e da qualidade dos materiais utilizados por cada profissional.

Atualmente, os materiais nacionais têm qualidade equivalente aos internacionais, o que aumentou a concorrência e, consequentemente, provocou uma queda no preço do tratamento como um todo.

Por esse motivo, fazer um implante ficou muito mais barato e acessível para grande parte da população. Além do mais, com o auxílio de um plano odontológico, os preços ficam ainda menores.

Todavia, é importante frisar que cada paciente tem um caso diferente, o que interfere em como o procedimento será realizado e no preço final que será cobrado pelo dentista. Por esse motivo, é fundamental procurar um profissional para fazer uma avaliação, porque só assim será possível ter uma visão completa do caso e obter um orçamento real.

Quais são os exames necessários antes de fazer o implante dentário?

Ao visitar o consultório odontológico, o primeiro exame que o dentista realiza é o clínico, no qual ele observa as condições bucais do paciente, como o estado da gengiva e quantos dentes estão faltando.

Durante essa primeira avaliação, o profissional precisa verificar também como está a estrutura óssea da região oral do paciente. Afinal, os ossos são indispensáveis para a sustentação dos pinos que serão inseridos durante o procedimento.

Para aprofundar ainda mais sua visão sobre a boca do paciente, o cirurgião-dentista solicita exames de imagem, como uma radiografia panorâmica. Além disso, ele solicita também exames laboratoriais para analisar se o paciente está saudável e apto para passar por uma cirurgia, considerando também o período de recuperação.

Quanto a isso, existem algumas condições que precisam ser avaliadas pelo profissional, como a presença de osteoporose, que deixa os ossos fracos e quebradiços, impossibilitando um implante, e o tabagismo, hábito que prejudica a cicatrização e a recuperação do paciente, contraindicando a realização do procedimento.

Pacientes diabéticos também merecem atenção especial no momento da avaliação para realizar um implante, porque essa doença  dificulta o processo de cicatrização e complica o tratamento como um todo.

Ademais, pacientes em tratamento de câncer, pessoas com insuficiência cardíaca ou com problemas de imunidade também podem apresentar restrições para passar pelo procedimento, visto que têm um organismo mais frágil e que pode não suportar a cirurgia e o período de recuperação.

Como é o pré-operatório?

Na consulta anterior à realização do procedimento, o cirurgião-dentista deve passar algumas orientações fundamentais para o seu paciente, como a necessidade de fazer uma dieta saudável nos dias anteriores à cirurgia, com suspensão de bebidas alcoólicas nesse período, e também a prescrição das medicações que devem ser iniciadas, o que incluim anti-inflamatórios e antibióticos.

Além disso, o pré-operatório também inclui explicações sobre detalhes do procedimento, como qual será a anestesia, quanto tempo costuma durar e a necessidade de um acompanhante no momento de ir para casa.

Outra parte muito importante da preparação para a instalação de implantes dentários envolve os esclarecimentos e cuidados necessários durante o pós-operatório, o que será detalhadoadiante.

Como é feito o implante dentário?

A realização de um implante dentário pode acontecer a partir de uma semana após a perda de um dente e, se feita o mais rápido possível, evita que massa óssea seja reabsorvida.

Após conferir a condição bucal do paciente quanto à saúde da gengiva e da estrutura dos ossos, o dentista determina qual é o tipo de implante e prótese mais adequada, assim como a necessidade de fazer ou não um enxerto ósseo.

O enxerto

Quando o osso está frágil ou em quantidade insuficiente, pode ser preciso realizar um enxerto antes de fazer o implante. Isso é porque, após perder um dente, a região do osso situada logo abaixo do espaço vazio começa a atrofiar, o que resulta também em retração da gengiva, o que afeta o sorriso do paciente e a sua estrutura óssea como um todo.

Confirmada a reabsorção, o paciente é submetido ao procedimento que envolve a colocação de osso retirado dele mesmo ou de um material sintético biocompatível na região deficiente. Assim, o dentista cria uma estrutura adequada para receber o implante convencional e garante o sucesso do procedimento.

O implante

O processo de implante envolve apenas três fases: a cirurgia, a reabertura e a colocação da prótese. Se o paciente ainda estiver com o dente que precisa ser substituído fixo na arcada dentária, é necessário acrescentar uma fase antes da cirurgia: a extração.

Outro detalhe é que pode ser necessário que o paciente passe por um tratamento com aparelhos dentais ou bandagens para adequar o espaço que receberá o implante.

Fase cirúrgica

Essa etapa é realizada em consultório odontológico, sob anestesia local. Em alguns casos mais complicados, pode ser necessário a sedação do paciente. Nessa etapa, os pinos de titânio, que se parecem com parafusos, são inseridos no osso mandibular e maxilar.

Para as fases posteriores, é necessário que o tecido ósseo calcifique e integre as estruturas de titânio, período chamado de osteointegração. Essa recuperação pode durar três a seis meses, o que varia conforme a saúde do paciente e a técnica utilizada durante o procedimento.

Reabertura

Passado o tempo necessário para a osteointegração, é preciso realizar uma etapa chamada de reabertura, que é a retirada da gengiva que recobre o pino para que a prótese seja instalada.

Colocação da prótese

A última fase é a colocação da prótese, a qual é produzida especialmente para cada paciente conforme a sua estrutura oral para substituir os dentes em falta.

Após passar por um implante, o paciente deve retornar ao dentista pelo menos uma vez ao ano para que um controle seja feito, o que envolve a verificação das próteses, o aperto dos parafusos e o acompanhamento por radiografias.

Fazer um implante dói?

Se o que assusta você é a dor que vai sentir no consultório odontológico, pode ficar tranquilo! A cirurgia é completamente indolor, visto que a anestesia utilizada interrompe toda a sua sensibilidade na região.

O único incômodo que você sentirá é da picada da agulha durante a aplicação da anestesia, a qual pode ser amenizada pelo uso de anestésicos tópicos, como a xilocaína.

É importante que o paciente seja informado que o efeito sedativo da anestesia pode provocar sonolência e outros efeitos que afetam sua capacidade motora. Por esse motivo, é fundamental que ele tenha um acompanhante quando passar pelo procedimento.

Quais os cuidados pós-operatórios do implante dentário?

O pós-operatório é um período delicado e que exige muitos cuidados do paciente, o qual é crucial para o sucesso do procedimento e para que a recuperação seja completa e sem agravantes. Nessa fase, é muito comum sentir desconfortos na boca e focos de dor intensa.

Por esse motivo, o dentista prescreve analgésicos potentes, como o ibuprofeno 600 mg com arginina.

Além disso, inchaços e sangramentos também ocorrem com frequência, sintomas que podem ser amenizados com o uso de compressas de gelo. Prestar atenção na posição da cabeça também é fundamental para evitar esses incômodos — a cabeça deve ficar elevada em relação ao corpo.

Confira outras medidas necessárias para que a recuperação seja a melhor possível.

Alimentação

O paciente deve seguir uma dieta especial durante o pós-operatório. No início, ela deve ser basicamente líquida ou pastosa, para que, durante a mastigação, isso não prejudique o local operado. Além disso, os alimentos consumidos devem ser gelados ou, no máximo, na temperatura ambiente, porque comidas mais quentes podem desencadear sangramentos.

Então, você está liberado para tomar sorvete, sucos, vitaminas, sopas frias e outros alimentos semelhantes durante esse período. Passada uma semana da cirurgia, o paciente pode começar a introduzir alimentos sólidos, entretanto, ele deve evitar mastigar com o lado em que foi feito o procedimento.

Higienização

A limpeza da boca não pode parar durante o pós-operatório. Por isso, é fundamental higienizar a cavidade com uma escova de dentes macia, além de fazer bochechos suaves com enxaguantes indicados pelo cirurgião.

Hábitos de vida

Nesse período, o paciente deve suspender por completo o hábito de fumar, visto que a nicotina presente no cigarro afeta a cicatrização. Ademais, as bebidas alcoólicas também devem ser deixadas de lado durante esse período.

Repouso

Durante as primeiras 24 horas, o paciente deve permanecer em completo repouso para amenizar os sintomas de dor, inchaço e sangramento. Com algumas precauções, é possível voltar às suas atividades normais logo no dia seguinte de instalar um implante dentário. O tempo de recuperação total varia de paciente para paciente, mas costuma durar cerca de um mês.

Medicamentos

O paciente deve utilizar os medicamentos indicados pelo cirurgião, os quais incluem antibióticos e anti-inflamatórios. Com o uso ideal das medicações, o que significa tomar as doses corretas e cumprir o tratamento até o fim, é possível evitar complicações como infecções bacterianas e inflamação.

Existe rejeição de implante?

Devido ao fato de os pinos serem confeccionados em titânio, o qual é totalmente compatível com os tecidos humanos, a cirurgia de implante dentário não gera rejeição.

O que pode ocorrer é que, no pós-operatório, o paciente descuide e acabe provocando situações que desencadeiam inflamação e infecção bacteriana, o que prejudica a sua recuperação.

Por esse motivo, é muito importante que o dentista explique exatamente quais são as medidas que precisam ser tomadas após a cirurgia, as quais devem ser seguidas à risca pelo paciente. Com todos os cuidados com os implantes dentários — o que inclui o retorno ao consultório odontológico para avaliação periódica —, eles podem durar até 40 anos.

Como escolher um bom dentista para fazer um implante dentário?

Para passar por um procedimento de implante com total segurança e garantia de resultados positivos é fundamental escolher um bom cirurgião-dentista.

Por esse motivo, você deve pesquisar sobre o profissional e considerar fatores como o tempo de atuação, cursos e especializações concluídas, indicações de pessoas que já passaram pelo procedimento com esse dentista e até a estrutura do estabelecimento em que ele atende.

Ademais, desconfie de profissionais que oferecem procedimentos de implante dentário a preços extremamente abaixo da média, porque isso é sinal de que ele utiliza materiais de baixa qualidade e que podem trazer riscos à sua saúde.

Optar por um implante dentário é a melhor escolha que você pode fazer para recuperar a estética do seu sorriso e funções essenciais para a sua vida, como a mastigação e a fala. Por esse motivo, investir o seu dinheiro em um bom profissional, o qual realizará o procedimento da melhor forma possível, vale muito a pena.

Além disso, como o preço do implante dentário está cada vez mais acessível, você tem uma chance maior de o tratamento caber no seu orçamento. O que você está esperando? Aproveite a oportunidade e faça um implante dentário! Temos certeza de que, assim, tanto a sua autoestima como a qualidade de vida serão beneficiadas!

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A reabilitação oral é a opção ideal para quem deseja recuperar a região bucal, seja por razões de saúde, estética ou, em alguns casos, por ambas.

Hoje, os implantes dentários, quando planejados de forma adequada por um profissional habilitado, são indicados, por exemplo, a pacientes que apresentam infecções, perdas dentais ou àqueles que têm problemas de mastigação e fonação.

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Embora possa ser um processo de longa continuidade, a reabilitação evita que a arcada dentária apresente desequilíbrio. Promove, além disso, ganhos de saúde e de bem-estar capazes de recuperar a autoestima de quem opta por ela.

Quer entender como o tratamento devolve aos pacientes um sorriso harmônico? Continue a ler nosso artigo e conheça as etapas envolvidas.

Com é realizada a preparação para o implante?

A fim de definir se o indivíduo é elegível para um implante dentário, o dentista solicita um raio-X panorâmico da arcada dentária e tomografia computadorizada para estudar sua estrutura óssea.

Além disso, um clínico, em trabalho multidisciplinar, pode requisitar um hemograma e outros exames que garantam, por exemplo, que a coagulação do paciente está normal e adequada para o procedimento.

Como é feito o procedimento?

Recomendada para pacientes que perderam um ou vários dentes, a reabilitação oral com implantes dentários deve ser realizada por especialista na área.

Durante ela, a raiz do dente é trocada por um pino confeccionado de titânio. Ele pode ser colocado no osso maxilar ou mandibular. Caso seja necessário, recorre-se à realização de um enxerto ósseo, a depender da perda apresentada pelo paciente, especialmente de idosos.

Seguro, o procedimento não costuma ser doloroso. Após a primeira etapa, o profissional conclui seu trabalho ao colocar a prótese dentária sobre o pino de titânio. Assim, além de ter baixas taxas de rejeição, ela não impacta sobre os dentes naturais do paciente.

Quais são as recomendações para o pós-operatório?

Quando não há complicações, na maioria dos casos, até três dias após a cirurgia é possível retornar às atividades da rotina. Durante a etapa, compressas geladas e cuidados com a alimentação, mais pastosa e sem alimentos ácidos nos primeiros dias, podem ajudar.

Para que a cicatrização dos implantes dentários se complete, estima-se um período de quatro a seis meses. Depois, é necessário que cada indivíduo siga tendo cuidados específicos com a higiene bucal, utilizando, além de fio dental, escovas unitufo que evitem acúmulo de sujeira.

Vale destacar, ainda, que as medidas de limpeza diária e o acompanhamento com dentista são as principais ações capazes de evitar que o paciente volte a precisar de implantes em outros dentes. Além disso, são as únicas capazes de prevenir os problemas que podem dar início ao comprometimento de um dente, como cáries, periodontite e tártaro.

Mais do que um procedimento odontológico, a reabilitação oral com implantes dentários é um importante passo para auxiliar o paciente a recuperar seu sorriso e sua autoestima, como uma nova chance de cuidar da saúde bucal.

Quer realizar o tratamento ou deseja mais informações? Então, entre em contato com o Centro de Cirurgia Oral e saiba como podemos auxiliar você!

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