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A extração do siso pode parecer traumática, principalmente, diante do relato de diversos pacientes, que dizem que sofrerem horrores após a cirurgia.
Porém, cada paciente se comporta de forma diferente e tem um problema distinto. Por isso, a recuperação depois do procedimento varia muito de pessoa para pessoa — existem indivíduos que passam por um pós-operatório super tranquilo, já outros, demoram um pouco mais para se recuperar.
Alguns sintomas são esperados e bastante comuns e podem ser contornados com a prescrição de analgésicos e relaxantes musculares. Outros, no entanto, podem representar uma complicação e devem ser levados ao conhecimento do dentista o mais rápido possível.
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Quais são os sintomas mais comuns após a extração do siso?
Para quem vai tirar o siso e está apreensivo diante dessa situação, separamos os sintomas comuns após a extração que não devem preocupar o paciente. Ainda que dolorido e um pouco incômodo, a boa notícia é que eles passam dentro de poucos dias.
Inchaço
O edema ou inchaço pode ocorrer em maior ou menor grau dependendo da pessoa. É comum, no entanto, que a extração dos sisos inferiores cause mais inchaço do que a dos superiores — quanto mais difícil a cirurgia, mais comum torna-se esse sintoma.
Nos casos em que é necessário cortar o dente para a remoção, por exemplo, é comum que o rosto fique bastante inchado.

Dor no local
Devido à intervenção, é comum que o local fique bastante dolorido. A dor pode acontecer por causa da complexidade da cirurgia, pois, muitas vezes, o dentista precisa remover uma parte do osso para conseguir tirar o siso ou por causa da força exercida pelo profissional durante a extração.
Além disso, os sisos ficam lá no fundo da boca e para enxergá-los, o dentista precisa afastar as bochechas do paciente. Então, depois da cirurgia também é normal que esse local fique um pouco dolorido.
Para minimizar o incômodo, o cirurgião dentista pode prescrever o uso de analgésicos para o controle da dor.
Sangramentos
É normal haver um pouco de sangramento logo após a extração do siso, contudo, quando a hemorragia é pequena, não apresenta riscos ao paciente. Para amenizar o quadro, o dentista aconselha a morder uma gaze.
Cicatrização
O processo de cicatrização é relativo e pode demorar mais ou menos, dependendo da pessoa. A gengiva, no entanto, tem um processo de cura diferente do da pele, por exemplo. Dentro do alvéolo (buraco onde ficava o dente) forma-se um tecido que permite a recomposição da gengiva com o tempo.
Para auxiliar no processo de cicatrização, é muito importante não fazer bochechos nas 48 horas após a cirurgia de extração do siso para que esse tecido não seja afetado quando ainda está na fase de formação.
Também é preciso ter cuidado na hora de fazer a higienização bucal, pois se a escova atingir o local operado, pode causar lesões que afetarão a velocidade de cicatrização cirúrgica.
Trismo
Trismo é o nome que se dá à dificuldade de abrir a boca após a cirurgia. Devido ao inchaço e à rigidez muscular, é comum que o paciente fique com esse incômodo. Isso acontece porque ele precisa deixar a boca muito aberta durante a extração do siso.
Lembrando que, muitas vezes, o procedimento é muito demorado, o que contribui ainda mais para o aparecimento do problema.
Alguns pacientes também podem apresentar dor na ATM (articulação temporomandibular), que é a articulação presente entre o osso mandibular e o crânio. Esse sintoma tende a melhorar de forma espontânea, na medida em que o inchaço diminui.
Para ajudar a aliviar esses incômodos de maneira mais rápida, o cirurgião dentista também pode prescrever alguns relaxantes musculares com o objetivo de minimizar esses sintomas.
Mau hálito
A higienização da boca no pós-operatório é mais difícil, pois o paciente está com a boca cheia de pontos e, por isso, pode não conseguir fazer a higiene corretamente. Ademais, como a tendência é mantê-la fechada, facilitando a proliferação das bactérias.
A presença de pontos na boca também contribui com o acúmulo de resíduos alimentares, que são um prato cheio para a multiplicação das bactérias causadoras do mau hálito.
Nesse período é preciso um pouco de paciência, já que os bochechos não são recomendados durante a fase de recuperação do pós-operatório do siso. Assim como os demais sintomas, com a escovação e a higienização regular, o mau hálito desaparecerá com o tempo.
Parestesia
É comum que alguns pacientes sintam um prolongamento da sensação da anestesia, o que causa a falta de sensibilidade a estímulos como frio calor ou formigamento nos lábios, língua e bochechas.
Esse sintoma é chamado de parestesia e é comum, desde que perdure apenas por algumas horas após a extração. Caso o sintoma se prolongue por dias, é necessário consultar o dentista para tratá-lo. Falaremos sobre isso mais adiante.
Dores de garganta
Alguns pacientes apresentam um quadro de irritação ou inflamação da garganta no pós-operatório. Isso acontece devido à proximidade anatômica da região, então não há necessidade para grandes preocupações caso você apresente esses sintomas.
Da mesma forma, dores de cabeça e ouvido também podem aparecer durante o período após a extração do siso.
Presença de um líquido amarelo-transparente
O aparecimento de um líquido amarelado e transparente e com um gosto desagradável também é comum em certos quadros. Caso isso ocorra, não há necessidade de preocupação, pois não se trata de uma infecção, apenas de uma inflamação.
Então, se um paciente estiver com os sisos inflamados antes da extração, esse sintoma pode aparecer.
Quais sintomas indicam que aconteceu uma complicação após a extração dos sisos?
Embora a maioria das cirurgias de extração do siso sejam tranquilas, determinados indivíduos podem sofrer complicações. Isso acontece devido a um erro durante o procedimento ou por fatores genéticos. Veja quais sintomas indicam que é necessário procurar o cirurgião-dentista para resolver o problema.
Parestesia prolongada
Embora seja comum que o paciente fique com dormência na boca por algumas horas após a cirurgia de extração de siso, quando esse sintoma se prolonga, o dentista deve ser comunicado.
Isso pode ocorrer porque, durante a cirurgia, um nervo foi afetado. Esse problema é mais frequente em extração de sisos inferiores, pois eles estão muito próximos às terminações nervosas. Quando os terceiros molares estão inclusos, o risco ainda é maior.
Vale lembrar que, caso isso ocorra, não significa que o dentista não tem capacidade para realizar esse procedimento. Na verdade, qualquer processo cirúrgico oferece riscos ao paciente e ele deve estar ciente disso.
Em alguns casos, os sintomas desaparecem com o tempo, mas quando a lesão é mais grave, será necessário fazer tratamentos para restabelecer a sensibilidade do paciente.
Comunicação buco-nasal
Essa complicação pode acontecer quando o paciente extrai um dente da arcada superior — no caso, os primeiros, segundos e terceiros molares. A comunicação buco-nasal é um é uma junção não desejada entre a boca e o seio maxilar.
Falando de forma simples, é um orifício deixa essas duas regiões anatômicas ligadas, o que não é normal. O seio maxilar é uma região “oca” que fica acima dos dentes superiores. O problema acontece por causa da proximidade das raízes dos sisos superiores com o seio maxilar.
Em alguns casos, o problema se resolve sozinho — contudo, isso é bem raro de acontecer. Logo, é necessário a realização de alguns procedimentos para que o buraco seja fechado, senão, infecções podem acontecer.
Infecção no pós-operatório
Em alguns casos muito raros, uma infecção bacteriana após a cirurgia de extração do siso pode se manifestar. Quando isso acontece, o paciente pode sofrer com dores de dente, febre, inchaço, gostou ruim ou salgado na boca, com ou sem o aparecimento de secreções.
No mais, o indivíduo pode sentir dificuldades em abrir a boca.
Para tratar a infecção, o dentista vai prescrever medicamentos específicos e recomendar repouso por alguns dias.
Como evitar problemas no pós-operatório?
Para evitar complicações no pós-operatório, o paciente deve seguir a risca das recomendações do dentista. Não fazer bochechos, não praticar atividades físicas e ter bastante cuidado na hora da escovação dentária são ações que minimizam as chances de problemas e ainda diminuem o desconforto no pós-cirúrgico.
Além disso, o paciente deve adotar uma dieta líquida e pastosa, evitar alimentos pegajosos, fibrosos e quentes — tomar sorvete e colocar gelo no local também ajudam no processo de cicatrização.
Caso o dentista prescreva o uso de medicamentos, o paciente deve tomá-los de acordo com as recomendações do profissional. Não é aconselhável tomar remédios por conta própria e muito menos aumentar ou diminuir a dose sem consultar o dentista.
Como escolher um bom profissional para fazer extrair os sisos?
A extração do siso pode ser tanto uma cirurgia simples quanto mais complexa pois, em muitos casos, o dente está incluso e apresenta uma dificuldade maior para ser removido. Por isso, é necessário que o dentista seja qualificado para realizar o procedimento.
Então, quando você for escolher um dentista para fazer esse tratamento, procure saber se ele tem a capacitação necessária para realizar o procedimento. Se seu caso for mais complexo, analise a experiência do profissional, pois esse fator fará toda a diferença em seu processo de recuperação.
Como você viu, a maioria dos sintomas apresentados após a cirurgia de extração de siso são comuns e passam com o tempo. Porém, quando isso não acontece, o dentista deve ser comunicado. O fato de esse procedimento ser bastante delicado é fundamental que você procure profissionais de sua confiança para realizar o tratamento.
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RT. CRO-GO-EPAO-425 C.D. Luis Francisco Coradazzi CRO-GO-CD-7747
A visita a um dentista e a possibilidade de realizar qualquer procedimento que envolva anestesia dentária causa pavor em muitas pessoas, o que pode prejudicar tratamentos comuns, como a extração de dentes do siso.
Também conhecidos como terceiros molares ou dentes do juízo, o nascimento desses dentes costuma, em decorrência de sua erupção, causar dor leve à moderada e incomodar pacientes, que acabam recorrendo à cirurgia para removê-los.
Em uma consulta ao dentista, a extração também pode ser a alternativa mais recomendada quando houver condições como problemas para higienizar a região, desalinhamento nos dentes ou presença de cistos, ou tumores no local.

Para tornar o procedimento viável, é imprescindível recorrer à anestesia. Na maioria dos casos de dentes do siso, utiliza-se sua versão local. Com ela, bloqueiam-se os estímulos nervosos responsáveis pela dor durante algumas horas.
Ao contrário do que os pacientes acreditam, a substância anestésica causa mais dor do que a perfuração da agulha em si, já que distende os músculos e tem composição ácida, capaz de despertar queimação antes que faça efeito. Para entender melhor como funciona a anestesia dentária e como ela é feita ao extrair os sisos, continue a leitura!

Quais são os tipos de anestesias dentárias existentes?
As anestesias locais dentárias promovem perda temporária de sensações e dores sem que com isso seja reduzido o estado de consciência do paciente. Cada caso é avaliado individualmente, de acordo com o problema apresentado pelo paciente e seu quadro clínico, analisado pelo dentista e são subdivididas em:
- Anestesias tópicas: são aplicadas em pomadas ou géis, apresentam tempo reduzido de ação e são indicadas em procedimentos mais simples, como remoção de dentes de leite.
- As anestesias injetáveis: são locais e têm efeito de duração médio entre duas e três horas. Podem, entretanto, atingir até dez horas de ação e se dividem nos subtipos de infiltração local, bloqueio regional ou bloqueio de nervo.
- Anestesia sem agulha: consiste em um jato de líquido anestésico aplicado na pele por meio de um micro-orifício que penetra na mucosa e é borrifado sobre ela uniformemente, tudo em uma fração de segundo.
- Sedação com oxido nitroso e sedação endovenosa: é feita à base de gás que contém óxido nitroso, não anula a dor, mas é capaz de relaxar o paciente para condução do procedimento, podendo ou não ser associada ao anestésico.
As anestesias dentárias podem causar efeitos colaterais?
A aplicação de anestesia dentária pode apresentar alguns incômodos e efeitos colaterais que variam de acordo com o organismo de cada paciente. Entre os mais comuns, estão a dormência que afeta os movimentos faciais, especialmente na região da boca.
Isso ocorre pelo fato de o tempo de duração do procedimento frequentemente ser inferior ao período de ação da anestesia dentária, fazendo com que o paciente sinta lentidão ao movimentar sua musculatura enquanto fala ou mastiga. Há relatos de dificuldades até mesmo de mexer a região dos olhos, tendo problemas ao piscá-los ou ao tentar fechá-los.
Inchaços e hematomas costumam ser relatados quando a aplicação da anestesia na pele acerta algum vaso sanguíneo do paciente, assim como em quaisquer outros tipos de injeções.
O nervosismo do indivíduo ou condições de seu organismo podem gerar também arritmias cardíacas, já que a anestesia é composta por substâncias vasoconstritoras, que afetam diretamente o ritmo dos batimentos do coração do paciente. Sua utilização na fórmula é necessária para que o organismo absorva o componente anestésico de modo mais lento e seguro.
Tonturas são efeitos colaterais que podem estar relacionados à dose ou à fobia do medicamento. Já reações alérgicas são raras, agravadas em detecções de inchaço nas vias respiratórias, normalmente podem ser evitadas com anamnese realizada pelo dentista.
A anestesia dentária em casos de extração dos sisos é contraindicada para:

É raro que uma anestesia não funcione ou tenha seu efeito comprometido, mas alguns organismos podem apresentar resistência dificultando sua ação.
O que há de diferente na anestesia dentária em casos de extração dos sisos?
No caso do paciente que vai remover um ou mais dentes do siso, a anestesia é aplicada pelo próprio dentista em seu consultório e não requer uma estrutura hospitalar para atestado de segurança.
Feita com seringa carpule de metal, a anestesia é local e a extração de siso costuma levar de 60 a 120 minutos, em média.
Apenas quando o siso está em uma posição desfavorável pode ser necessário recorrer a uma cirurgia com anestesia geral, mas são casos raros, que passam pela avaliação do dentista a fim de proporcionar bem-estar ao paciente.
Para pacientes ansiosos ou que tenham fobia de agulha, hoje, felizmente, há opções mais tecnológicas confortáveis a quem se submete ao procedimento, como aparelhos computadorizados.
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Dr. Henrique Taniguchi | CRO 8865

O Dr. Henrique Taniguchi é um dos sócios-proprietários do Centro de Cirurgia Oral e possui 15 de anos de experiência na área da saúde.
É especialista em Cirurgia Bucomaxilofacial pela USP, uma das mais renomados do país, além de Mestre e Especialista em Implantodontia pela Faculdade de Medicina e Odontologia de São Leopoldo Mandic (SLM/SP) e profissional certificado pela Associação Brasileira de Odontologia (ABO – GO) pelo curso de Imersão e Reconstrução Peri-Implantar.
A cavidade oral é uma parte do seu organismo que exige muitos cuidados, os quais incluem desde a correta higienização até consultas periódicas com o seu dentista. Esses hábitos contribuem para se manter uma boa saúde, tanto bucal quanto geral.
A falta desses cuidados pode resultar em algumas doenças, como a pericoronarite, muito associada também com o período do nascimento dos sisos, os famosos dentes do juízo que chegam com a idade adulta. Mas o que é pericoronarite? Essa é uma inflamação que ocorre na gengiva localizada ao redor da coroa do dente do siso enquanto ele está nascendo.
Se você tem sentindo algumas dores na região mais ao fundo da sua boca e percebeu que o seu dente do siso já despontou parcialmente, sendo que esse dente fica em um estado de “nasce, não nasce” sem fim, pode ser que você esteja sofrendo com os sintomas desagradáveis da pericoronarite. Quer saber mais sobre essa doença? Continue a leitura e descubra tudo sobre ela!

Fatores que contribuem para a inflamação
Essa doença tem como principal fator desencadeante o nascimento parcial do dente do siso. Isso ocorre porque ele ainda estará coberto pelo tecido mole, entretanto, devido já ter rompido a gengiva em partes, alguns resíduos de alimentos vão se acumulando no espaço remanescente, inflamando o local, o que define a pericoronarite.
Essa inflamação afeta principalmente o tecido ao redor dos sisos inferiores, pois, nesse local, o espaço entre a gengiva e o dente é mais favorável ao acúmulo de restos de alimentos. Como consequência, esses resíduos acabam atraindo micro-organismos e estimulam a proliferação de bactérias, as quais provocam placa bacteriana e até cáries no novo dente.
Outro motivo que causa a pericoronarite é quando um dente fere a gengiva localizada do lado oposto no ato da mastigação. Assim, o problema pode ocorrer em diversos momentos da sua vida e não apenas durante o nascimento do terceiro molar, apesar de ser mais comum durante essa fase.
Além disso, o estresse, que provoca queda da imunidade, e infecções nas vias respiratórias, como amigdalites e faringites, pode predispor ao desenvolvimento da pericoronarite.
Principais sintomas
Os sintomas da pericoronarite incluem inchaço da gengiva, vermelhidão, dor aguda no local, formação de pus, sangramentos, mau-hálito, assim como dificuldade em abrir a boca, o que afeta em muito a fala, a mastigação e a deglutição.
Além disso, se não tratada corretamente, a pericoronarite pode evoluir para uma infecção, a qual pode ser leve, moderada ou severa, podendo atingir inclusive estruturas mais internas da sua boca, como os ossos, e outras regiões próximas, como a garganta e o ouvido.
Nessas situações mais sérias, sintomas como febre e mal-estar, dores de cabeça, garganta e ouvido, além de ínguas no pescoço, que é o inchaço dos gânglios devido a ativação do sistema imunológico, chamado de linfonodomegalia cervical, podem ser sentidos.
Diagnóstico
O diagnóstico é realizado por um dentista, sendo de fundamental importância que você procure-o imediatamente ao sentir os primeiros sintomas. Primeiramente, o profissional avaliará a sintomatologia, ou seja, o que você relatar que está sentindo.
Logo após, ele vai examinar os sinais na sua boca que podem indicar uma pericoronarite, o que é chamado de exame intraoral. Além disso, ele poderá pedir uma radiografia panorâmica para avaliar a posição dos seus dentes na arcada dentária, analisando principalmente como está o seu siso, que pode ser um dos fatores que está gerando essa inflamação.
Tratamento mais indicado
O tratamento dependerá basicamente da intensidade dos sintomas. Como a pericoronarite é uma inflamação, o uso de anti-inflamatórios será receitado pelo seu dentista, medicamento que vai diminuir o inchaço, a dor e a vermelhidão da sua gengiva.
Se seu caso já estiver mais avançado, com a presença de infecção, o odontólogo vai prescrever o antibiótico adequado para conter e exterminar as bactérias causadoras do problema.
É importante destacar que o consumo de medicamentos deve ser feito corretamente e sempre conforme a prescrição. A dosagem deve ser respeitada, evitando esquecer ou tomar doses a menos, o que tornaria o tratamento inefetivo, ou exagerar e tomar a mais, que pode ser muito perigoso e provocar até uma intoxicação, o que colocaria sua vida em risco.
Além disso, completar os dias de tratamento até o fim também é fundamental, com destaque especialmente para os antibióticos. Logo nos primeiros dias, você já vai sentir uma melhora, mas você deverá tomar o medicamento até o fim para garantir que todas as bactérias causadoras da infecção sejam destruídas.
Além disso, algumas formas caseiras de remediar a pericoronarite incluem fazer bochechos com água morna e sal ou água oxigenada, o que é de fácil preparo e aliviará em muito os seus sintomas.
Somente após tratar a pericoronarite é que uma cirurgia de extração do siso poderá ser realizada. Esse procedimento é, muitas vezes, indispensável para evitar novas inflamações e problemas recorrentes no local onde o siso está nascendo. A cirurgia de extração é muito simples e de baixo risco, realizada em consultório e com anestesia local, ou seja, você não sentirá dor alguma.
Ademais, se a cirurgia não for recomendada ou o siso tenha espaço suficiente para nascer e permanecer na arcada dentária, um pequeno procedimento, chamado ulectomia, em que a gengiva que recobre o dente é retirada, pode ser a medida ideal.
A prevenção, no entanto, é a melhor opção, pois evita que a inflamação se inicie. Assim, escove muito bem os seus dentes, principalmente mais ao fundo da sua boca. Também nunca esqueça do fio dental, pois só com o uso dele você consegue remover resíduos de alimentos quase imperceptíveis entre os seus dentes. Você pode usar ainda um antisséptico bucal, para evitar a proliferação de bactérias que podem provocar infecções.
A pericoronarite provoca muitos incômodos, não só na sua boca, mas envolvendo todo o seu bem-estar, pois afeta em muito o seu dia a dia. Portanto, não deixe de procurar um dentista de confiança ao sentir os primeiros sintomas da inflamação, pois assim você iniciará o tratamento adequado o mais rápido possível e, quando recuperado, poderá seguir sua rotina normalmente.
Gostou de saber o que é pericoronarite e se identificou nessa situação? Então dê uma olhada em nosso post sobre tudo que é necessário para escolher a melhor escova de dente.
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